Banca:
Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Acerca desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Considerando as características epidemiológicas (fatores de risco) presentes, o diagnóstico de cardiomiopatia periparto deve ser considerado como o principal diagnóstico da cardiopatia de base.
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Instituto Americano de desenvolvimento (IADES)
Uma paciente de 32 anos de idade procurou atendimento médico no pronto-socorro com queixa de palpitações taquicárdicas há três horas. Informou que, antes do início do sintoma, havia apresentado importante libação etílica (destilados e fermentados). Negou sintomas e doenças prévias. O exame físico mostrou: pressão arterial = 125 mmHg x 85 mmHg, frequência cardíaca = 85 bpm, frequência respiratória = 28 irpm, saturação de oxigênio (ar ambiente) = 95%, ictus cordis visível e palpável no 5º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, ritmo cardíaco irregular, em 2 tempos, bulhas normofonéticas, ausência de sopros. Sem outras alterações no exame clínico. Foram ...
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Uma paciente de 32 anos de idade procurou atendimento médico no pronto-socorro com queixa de palpitações taquicárdicas há três horas. Informou que, antes do início do sintoma, havia apresentado importante libação etílica (destilados e fermentados). Negou sintomas e doenças prévias. O exame físico mostrou: pressão arterial = 125 mmHg x 85 mmHg, frequência cardíaca = 85 bpm, frequência respiratória = 28 irpm, saturação de oxigênio (ar ambiente) = 95%, ictus cordis visível e palpável no 5º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, ritmo cardíaco irregular, em 2 tempos, bulhas normofonéticas, ausência de sopros. Sem outras alterações no exame clínico. Foram...
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Uma paciente de 32 anos de idade procurou atendimento médico no pronto-socorro com queixa de palpitações taquicárdicas há três horas. Informou que, antes do início do sintoma, havia apresentado importante libação etílica (destilados e fermentados). Negou sintomas e doenças prévias. O exame físico mostrou: pressão arterial = 125 mmHg x 85 mmHg, frequência cardíaca = 85 bpm, frequência respiratória = 28 irpm, saturação de oxigênio (ar ambiente) = 95%, ictus cordis visível e palpável no 5º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, ritmo cardíaco irregular, em 2 tempos, bulhas normofonéticas, ausência de sopros. Sem outras alterações no exame clínico. Foram...
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Uma paciente de 32 anos de idade procurou atendimento médico no pronto-socorro com queixa de palpitações taquicárdicas há três horas. Informou que, antes do início do sintoma, havia apresentado importante libação etílica (destilados e fermentados). Negou sintomas e doenças prévias. O exame físico mostrou: pressão arterial = 125 mmHg x 85 mmHg, frequência cardíaca = 85 bpm, frequência respiratória = 28 irpm, saturação de oxigênio (ar ambiente) = 95%, ictus cordis visível e palpável no 5º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, ritmo cardíaco irregular, em 2 tempos, bulhas normofonéticas, ausência de sopros. Sem outras alterações no exame clínico. Foram...
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Uma paciente de 41 anos de idade procurou atendimento médico com relato de que, há cerca de uma semana, vem apresentando dor torácica na face anterior do tórax, de moderada intensidade, progressiva e que piora com a inspiração profunda. Informou ainda que a dor tinha irradiação para a face lateral esquerda do pescoço e para a borda do músculo trapézio, à esquerda. A dor era praticamente constante, não tinha qualquer relação com o esforço físico e não melhorava com o repouso. A paciente negou doenças prévias, varizes e tabagismo. Ao exame físico: pressão arterial = 120 mmHg x 80 mmHg, frequência cardíaca = 98 bpm, frequência respiratória = 22 irpm, saturação de oxigênio (ar ambiente) = 96%, ritmo cardíaco regular, bulhas normofonéticas, presença de ruído áspero, semelhante a ...
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Uma paciente de 41 anos de idade procurou atendimento médico com relato de que, há cerca de uma semana, vem apresentando dor torácica na face anterior do tórax, de moderada intensidade, progressiva e que piora com a inspiração profunda. Informou ainda que a dor tinha irradiação para a face lateral esquerda do pescoço e para a borda do músculo trapézio, à esquerda. A dor era praticamente constante, não tinha qualquer relação com o esforço físico e não melhorava com o repouso. A paciente negou doenças prévias, varizes e tabagismo. Ao exame físico: pressão arterial = 120 mmHg x 80 mmHg, frequência cardíaca = 98 bpm, frequência respiratória = 22 irpm, saturação de oxigênio (ar ambiente) = 96%, ritmo cardíaco regular, bulhas normofonéticas, presença de ruído áspero, semelhante a ...
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No laudo do eletrocardiograma, a descrição de aumento da área da fase negativa terminal da onda P na derivação V1 constitui o chamado sinal de Peñaloza e Tranchesi; é um sinal eletrocardiográfico indireto de sobrecarga ventricular direita.
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Um paciente de 60 anos de idade procurou atendimento no setor de emergência com relato de dor torácica, interescapular, de início súbito, intensa, excruciante, com sensação de “algo rasgando”. Relatou ter diagnóstico de hipertensão arterial, em tratamento irregular, e ser tabagista de longa data. Ao exame físico, foram observados: pressão arterial = 220 mmHg x 130 mmHg no braço esquerdo e 180 mmHg x 100 mmHg no braço direito, frequência cardíaca = 98 bpm, frequência respiratória = 28 irpm e saturação de oxigênio (ar ambiente) = 94%. Os pulsos arteriais braquiais e radiais esquerdos estão palpáveis e normais e, à direita, esses pulsos apresentam importante diminuição de amplitude. Ritmo cardíaco regular em 3 tempos, à custa de 4ª bulha, presença de sopro diastólico, suave, mai...