Um médico de família é chamado para o atendimento domiciliar de um senhor de 69 anos que apresentou convulsão. Considerando a faixa etária, qual a causa mais provável?
Um paciente masculino de 42 anos, diagnosticado com Diabetes há 12 anos, já apresenta retinopatia e neuropatia. No exame rotineiro na Unidade Básica de Saúde, evidencia-se PA= 160/100 mmHg. Foi solicitada uma avaliação laboratorial que revelou proteinúria de 24h= 2,6 g/l e creatinina plasmática=2,2 mg/dl.
Qual a principal hipótese diagnóstica?
Paciente de 32 anos, trabalhador rural, apresentou febre alta, dor de cabeça, mialgia e sinais de conjuntivite por 4 dias, tratando-se com paracetamol. Após uma aparente melhora de três dias, a febre retornou associada a vômitos, icterícia, petéquias, cefaléia, mialgia e dor abdominal e lombar. Achados do exame incluem febre alta, conjuntivas injetadas, fotofobia e linfadenopatia cervical. Auscuta cardiopulmonar é normal. Sensibilidade à palpação abdominal, com hepatomegalia leve.
Qual o diagnóstico mais provável?
Paciente de 56 anos, sexo feminino, costureira, queixa-se de dores articulares em joelhos e em articulações interfalangeanas proximais e distais das mãos, de caráter progressivo há um ano, agravadas com atividade física e aliviadas com repouso. Relata rigidez articular matinal que dura em geral 15 a 20 minutos. Ao exame físico detecta-se obesidade (Grau I) além de dor e crepitações discretas à palpação das articulações envolvidas com limitação da amplitude de movimento.
O diagnóstico mais provável é de:
Um indivíduo de 21 anos apresenta-se com um estado persistente de irritabilidade, mudanças de humor, isolamento social, deterioramento de seu desempenho no trabalho, com perda de interesse nas atividades cotidianas usuais, como assistir ao futebol. Apesar de sua condição econômica regular, alimenta-se mal, com freqüentes episódios de anorexia. Refere fadiga, apresentando episódios eventuais de dor abdominal e cefaléia.
Qual a alternativa que descreve a conduta mais apropriada para esse paciente?
Uma paciente de 56 anos procura seu médico de família com queixas de cefaléia intensa na região temporal, bilateral, às vezes associada a visão borrada e escotomas, com freqüência de mais de 4 episódios mensais. Relata estresse no trabalho e em casa há cerca de 4 meses. O exame físico é normal exceto por dor à palpação em região temporal bilateralmente.
A conduta mais apropriada deve ser:
Paciente masculino, com 55 anos, tem dispnéia e apresenta, na radiografia do tórax, velamento do hemitórax direito, com mediastino centrado. Num caso como este, qual a possibilidade diagnóstica a ser considerada?
Uma senhora de 39 anos é avaliada na Unidade Básica de Saúde com suspeita de quadro de infecção urinária. O médico de família solicitou um exame sumário de urina e tem dúvidas quanto ao diagnóstico diferencial, entre uma cistite aguda e uma pielonefrite aguda.
Qual alternativa apresenta uma associação de achados que permite reforçar o diagnóstico de pielonefrite?
Um paciente é acompanhado com suspeita clínica de dengue, na Unidade Básica de Saúde da Família. Há 4 dias, quando o quadro febril estava em declínio, seu estado geral piorou.
Qual alternativa apresenta parâmetros laboratoriais que permitem suspeitar da instalação da forma hemorrágica de dengue?
Um paciente de 30 anos vem sendo avaliado na Unidade Básica de Saúde com queixas de tosse há 4 semanas além de perda ponderal de 5 kg no período. Foi contactante de parente com Tuberculose pulmonar (irmão) há 2 anos. O exame físico é normal exceto por quadro de emagrecimento. Traz um Raio-X de tórax com discreto velamento do seio costofrênico direito e nódulo calcificado em projeção de lobo médio sem outras alterações. Foram examinadas 3 amostras de escarro (de boa qualidade) para pesquisa de BAAR, todas negativas. Foi realizado PPD com resultado de 8 mm.
A melhor conduta dentre as alternativas abaixo é: