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O anestesiologista tem papel fundamental no controle da dor pósoperatória. De acordo com os mecanismos fisiopatológicos, a farmacologia e o tratamento da dor pós-operatória, julgue os itens subsequentes.
A cetamina, quando utilizada no intraoperatório, modula a hiperalgesia nociceptiva induzida, reduzindo a dor pósoperatória residual.
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O anestesiologista tem papel fundamental no controle da dor pósoperatória. De acordo com os mecanismos fisiopatológicos, a farmacologia e o tratamento da dor pós-operatória, julgue os itens subsequentes.
A clonidina, um agonista "-2-adrenérgico, possui ação analgésica por meio da ativação das vias inibitórias descendentes noradrenérgicas. Seu uso espinhal potencializa o efeito analgésico dos opioides. Os efeitos colaterais mais importantes da clonidina são sedação, hipotensão e bradicardia dose-dependentes.
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O anestesiologista tem papel fundamental no controle da dor pósoperatória. De acordo com os mecanismos fisiopatológicos, a farmacologia e o tratamento da dor pós-operatória, julgue os itens subsequentes.
A dor aguda pós-operatória gera consequências deletérias ao paciente, como aumento da atividade simpática, aumento da agregação plaquetária, complicações cardiopulmonares e baixa satisfação do paciente.
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O anestesiologista tem papel fundamental no controle da dor pósoperatória. De acordo com os mecanismos fisiopatológicos, a farmacologia e o tratamento da dor pós-operatória, julgue os itens subsequentes.
O fenômeno de hipersensibilização, induzido por alterações nos mecanismos de modulação de dor da medula espinhal, é agravado em alguns pacientes e não regride, como normalmente deveria, mas revela-se como persistente, anormal, dor neuropática. Esses hiperfenômenos são causados pela ação do glutamato sobre os receptores AMPA, localizados nos corpos de 1.º neurônio sensitivo.
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O anestesiologista tem papel fundamental no controle da dor pósoperatória. De acordo com os mecanismos fisiopatológicos, a farmacologia e o tratamento da dor pós-operatória, julgue os itens subsequentes.
Na analgesia pós-operatória, o uso de anti-inflamatórios não hormonais diminui a demanda do uso de opioides.
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O anestesiologista tem papel fundamental no controle da dor pósoperatória. De acordo com os mecanismos fisiopatológicos, a farmacologia e o tratamento da dor pós-operatória, julgue os itens subsequentes.
A cetamina, utilizada em associação com opioides na analgesia pré-emptiva, é uma droga antagonista do receptor NMDA, de ação não seletiva, e bloqueia, de forma não competitiva, a ativação desses canais de sódio voltagem-dependente pelo glutamato.
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O anestesiologista tem papel fundamental no controle da dor pósoperatória. De acordo com os mecanismos fisiopatológicos, a farmacologia e o tratamento da dor pós-operatória, julgue os itens subsequentes.
O conceito de analgesia pré-emptiva consiste no controle da dor crônica tão logo ela se instale. As técnicas analgésicas mais eficazes incluem a associação de bloqueios anestésicos préoperatórios com doses generosas de analgésicos opioides.
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Com base nas síndromes dolorosas crônicas, julgue os itens seguintes.
A sintomatologia dolorosa é extremamente frequente nos pacientes portadores de neoplasia. A morfina é a droga de escolha, em uso isolado, no controle da dor secundária à plexopatia actínica.
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Um atleta, de 33 anos de idade, caiu da própria altura e apresentou fratura fechada do antebraço direito durante jogo de futebol. Evoluiu rapidamente com edema, dor intensa e cianose no membro acometido. A palpação do pulso radial revelou-se débil no lado da lesão. Apresentou melhora completa do quadro após intervenção cirúrgica, que consistiu de fasciotomia e, em seguida, osteossíntese. A dor pós-operatória foi intensa e debilmente controlada. Após 3 meses do evento, o paciente comparece para avaliação, queixando-se de alterações térmicas, episódios de palidez intercalados com cianose na mão direita, edema de mão e punho, pele brilhante e fina e aumento do crescimento dos fâneros desse lado. Refere também dor espontânea, intensa, tipo queimação e alfinetadas, desencadeada...