Além dos medicamentos que atuam sobre o sistema renina-angiotensina, betabloqueadores e antagonistas mineralocorticoides, estudos mais recentes sugerem benefício no tratamento desses pacientes com o uso do seguinte grupo de medicamentos:
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Q1035723
O tratamento da insuficiência cardíaca tem apresentado novidades que resultaram em melhora nos indicadores de hospitalização e mortalidade.
Além dos medicamentos que atuam sobre o sistema renina-angiotensina, betabloqueadores e antagonistas mineralocorticoides, estudos mais recentes sugerem benefício no tratamento desses pacientes com o uso do seguinte grupo de medicamentos:
Além dos medicamentos que atuam sobre o sistema renina-angiotensina, betabloqueadores e antagonistas mineralocorticoides, estudos mais recentes sugerem benefício no tratamento desses pacientes com o uso do seguinte grupo de medicamentos:
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Q1035712
Homem de 48 anos apresenta história de dor na panturrilha direita há três dias, que se iniciou após a prática de diversos exercícios na academia que frequenta. Ele está se preparando para correr uma meia maratona (21km) e tem feito uso de suplementos vitamínicos. Ao exame físico, não há edema ou mudança de cor no local da dor, mas esta tem piorado progressivamente. No exame físico seu pulso apresentava frequência de 88bpm e a pressão arterial era de 120/80mmHg. Para a investigação desse paciente, a próxima etapa deve ser:
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Q1035707
A manifestação cardiovascular mais frequente na doença de Graves é:
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Q1035693
Homem de 75 anos apresenta quadro de dor importante na região interescapular. Sua história médica inclui hipertensão arterial, infarto agudo do miocárdio há alguns anos e tabagismo prévio. Encontra-se ansioso; pressão arterial = 180/110mmHg; frequência cardíaca = 110bpm.
O ECG mostra infarto antigo da parede inferior, mas não apresenta alterações isquêmicas agudas. A radiografia do tórax apresenta alargamento do mediastino e a tomografia computadorizada do tórax mostra dissecção da aorta descendente que não envolve as artérias renais (tipo II de Stanford).
O mais apropriado para a próxima etapa na abordagem terapêutica desse paciente é:
O ECG mostra infarto antigo da parede inferior, mas não apresenta alterações isquêmicas agudas. A radiografia do tórax apresenta alargamento do mediastino e a tomografia computadorizada do tórax mostra dissecção da aorta descendente que não envolve as artérias renais (tipo II de Stanford).
O mais apropriado para a próxima etapa na abordagem terapêutica desse paciente é:
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Q1035692
Paciente de 18 anos, masculino, apresenta queixa de episódios frequentes de palpitação. O exame físico mostra frequência cardíaca variando de 160 a 180bpm; pressão arterial = 110/70mmHg; ritmo cardíaco irregular, com bulhas normofonéticas e sem sopros. Eletrocardiograma apresentou traçado compatível com taquicardia supraventricular (TSV). Após reversão com adenosina, foi realizado um Holter 24 horas, durante o qual o paciente não apresentou sintomas. Esse exame evidenciou ritmo de base variável alternando TSV e ritmo sinusal com intervalo P-R curto, onda delta e prolongamento do QRS.
O diagnóstico desse jovem é:
O diagnóstico desse jovem é:
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Q1035670
Texto 10A1-I
Um paciente branco de 76 anos de idade compareceu ao pronto atendimento com queixa de dispneia progressiva. Ele relatou dispneia aos esforços maiores que os habituais havia duas semanas, com piora havia quatro dias, quando se iniciaram os sintomas de palpitações e dispneia aos mínimos esforços. O paciente usava diariamente captopril, carvedilol e espironolactona nas doses máximas preconizadas, associados à furosemida 80 mg. Ao exame físico, apresentava-se afebril, normocorado, com extremidades quentes e pressão arterial de 118 mmHg × 80 mmHg. Os exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma transtorácico demonstrou hipocinesia ventricular esquerda difusa com fração de ejeção de 36%. O eletrocardiograma pode ser v...
Um paciente branco de 76 anos de idade compareceu ao pronto atendimento com queixa de dispneia progressiva. Ele relatou dispneia aos esforços maiores que os habituais havia duas semanas, com piora havia quatro dias, quando se iniciaram os sintomas de palpitações e dispneia aos mínimos esforços. O paciente usava diariamente captopril, carvedilol e espironolactona nas doses máximas preconizadas, associados à furosemida 80 mg. Ao exame físico, apresentava-se afebril, normocorado, com extremidades quentes e pressão arterial de 118 mmHg × 80 mmHg. Os exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma transtorácico demonstrou hipocinesia ventricular esquerda difusa com fração de ejeção de 36%. O eletrocardiograma pode ser v...
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Q1035669
Texto 10A1-I
Um paciente branco de 76 anos de idade compareceu ao pronto atendimento com queixa de dispneia progressiva. Ele relatou dispneia aos esforços maiores que os habituais havia duas semanas, com piora havia quatro dias, quando se iniciaram os sintomas de palpitações e dispneia aos mínimos esforços. O paciente usava diariamente captopril, carvedilol e espironolactona nas doses máximas preconizadas, associados à furosemida 80 mg. Ao exame físico, apresentava-se afebril, normocorado, com extremidades quentes e pressão arterial de 118 mmHg × 80 mmHg. Os exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma transtorácico demonstrou hipocinesia ventricular esquerda difusa com fração de ejeção de 36%. O eletrocardiograma pode ser v...
Um paciente branco de 76 anos de idade compareceu ao pronto atendimento com queixa de dispneia progressiva. Ele relatou dispneia aos esforços maiores que os habituais havia duas semanas, com piora havia quatro dias, quando se iniciaram os sintomas de palpitações e dispneia aos mínimos esforços. O paciente usava diariamente captopril, carvedilol e espironolactona nas doses máximas preconizadas, associados à furosemida 80 mg. Ao exame físico, apresentava-se afebril, normocorado, com extremidades quentes e pressão arterial de 118 mmHg × 80 mmHg. Os exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma transtorácico demonstrou hipocinesia ventricular esquerda difusa com fração de ejeção de 36%. O eletrocardiograma pode ser v...
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Q1035668
No caso clínico hipotético descrito no texto 10A1-I, a melhor estratégia, visando o aumento da sobrevida do paciente, seria
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Q1035667
Em relação ao caso clínico descrito no texto 10A1-II, assinale a opção que apresenta a terapêutica de resgate recomendada pela GINA 2022 (Global Initiative for Asthma).
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Q1035662
Diante do caso clínico descrito no texto 10A1-IV, a artéria coronária provavelmente envolvida é a