Uma empresa contraiu um empréstimo bancário emergencial em plena crise de 2008/2009, cuja taxa contratada ficou em 4,3% ao mês. As opções atuais sugeridas pelo banco, para renegociar a dívida, são:
I. Desconto de 20% na taxa anterior; a nova taxa sofreria um acréscimo de 18,0%, a título de renegociação.
II. Desconto de 15% na taxa anterior; a nova taxa sofreria um acréscimo de 9,5%, a título de renegociação.
III. Desconto de 19,0% na taxa anterior; a nova taxa sofreria um acréscimo de 16,0%, a título de renegociação.
Nesse caso,