Considere o seguinte fragmento:

Assinale a alternativa que demonstra o entendimento do autor quanto às relações entre surdez e linguagem.
Sobre os conceitos e campos epistemológicos apresentados por Skliar (1998), que apreendem a educação de surdos em uma visão socioantropológica, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.

Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
A imagem ao lado ilustra um importante fato histórico de duas pessoas conhecidas pela comunidade surda representado no clássico filme O milagre de Anne Sullivan. Sobre a narrativa, assinale a alternativa que descreve a relação entre as duas personagens da imagem.

A glosa ao lado se refere ao registro de uma interação em Libras. Baseando-se na transcrição dos sinais, assinale a alternativa correta.

Sobre a relação entre língua oral e língua de sinais apontada por Gesser (2009), identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) A língua de sinais tem estrutura própria e é autônoma, ou seja, independente de qualquer língua oral em sua concepção linguística. Apesar disso, no bimodalismo, a estrutura sintática do português, muitas vezes, é presente durante o uso da Libras.
( ) As marcas de imposição da estrutura do português em falares sinalizados se caracteriza como uma forma de hibridismo e funciona como uma estratégia para aqueles ouvintes que estão iniciando o contato e a aprendizagem da língua de sinais, sendo que a fala oral é inerente à cultura dos ouvintes e, portanto, é difícil desvencilhar-se dela.
( ) As marcas de imposição...
Considere o texto abaixo:

No que diz respeito à relação entre estudos linguísticos e línguas de sinais, sob o ponto de vista das autoras, é correto afirmar:
Considere as imagens abaixo, extraídas de Strobel e Fernandes (1998):

Com base nessas imagens, assinale a alternativa correta.
Sobre a constituição do profissional tradutor intérprete, considere as seguintes afirmativas:
1. Vários autores, entre eles Massuti e Santos (2008), argumentam que o processo de tradução se configura para além de aspectos linguísticos, pois requer estratégias que levem em conta não só as subjetividades do tradutor intérprete e da pessoa surda, mas, também, aspectos que são centrais na cultura surda e na cultura ouvinte.
2. Perlin (2006) conceitua o tradutor intérprete de língua de sinais (TILS) como intérprete da cultura, da língua e da história das pessoas surdas. O ato de traduzir/interpretar é fazer parte da história do outro, o outro surdo. E fazer parte significa se colocar à disposição para entender esse outro, os seus afetos e as suas experiências de vida.
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