Libras
Aspectos Linguísticos da Língua Brasileira de Sinais
Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais
Aspectos Fonológicos - configuração de mãos, localização, movimento, orientação das palmas das mãos, traços não manuais, traços distintivos da Libras
Ano:
2023
Banca:
MS CONCURSOS
Observe as imagens e assinale a alternativa correta de acordo com a sequência.
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Aspectos Linguísticos da Língua Brasileira de Sinais
Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais
Aspectos Fonológicos - configuração de mãos, localização, movimento, orientação das palmas das mãos, traços não manuais, traços distintivos da Libras
Ano:
2023
Banca:
MS CONCURSOS
Observe os sinais existentes na Língua Brasileira de Sinais e em seguida assinale a alternativa que contemple as quatro imagens apresentadas.
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Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais
Papéis e Responsabilidades do Tradutor-intérprete
Ano:
2023
Banca:
IGEDUC
O profissional intérprete é um ouvinte e o instrutor é um professor surdo. Tais profissionais terão a missão de transmitir a emoção e os nuances da literatura narrada pelo professor durante as aulas.
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Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais
Papéis e Responsabilidades do Tradutor-intérprete
Ano:
2023
Banca:
UERJ
As diretrizes instituídas pelo MEC definem o papel do intérprete educacional como: “[...] aquele que atua como profissional intérprete de língua de sinais na educação, intermediando as relações entre os professores e os alunos, bem como, entre os colegas surdos e os colegas ouvintes” (BRASIL, 2003). Na visão de Albres (2015), essa definição está imbuída de uma concepção que reduz o trabalho desse profissional à mera transmissão de conteúdo. A compreensão da tradução como uma reprodução fiel, literal e neutra do original, como atividade que não apresenta nenhuma interferência por parte do tradutor, é apregoada nos estudos da tradução como abordagem:
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Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais
Formação do Tradutor-intérprete
Ano:
2023
Banca:
UERJ
Nos estudos das competências no processo de tradução e interpretação, Aubert (1994) apresenta a necessidade do profissional desenvolver a capacidade de buscar conhecer e se familiarizar com os termos dos diversos universos em que uma atividade de tradução pode ocorrer. Assim, na falta de tal competência na área da mecânica, por exemplo, o tradutor/intérprete deverá aprender a buscar esse conhecimento para melhor clareza da informação. O autor se refere à competência:
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Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais
Papéis e Responsabilidades do Tradutor-intérprete
Ano:
2023
Banca:
UERJ
De acordo com Albres (2015), a atuação do intérprete educacional transcende o estritamente tradutório, demandando uma preparação específica para esse ambiente de trabalho. Para a autora, as práticas dos intérpretes educacionais incluem:
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Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais
Papéis e Responsabilidades do Tradutor-intérprete
Ano:
2023
Banca:
UERJ
A constituição profissional do tradutor/intérprete de língua de sinais / língua portuguesa (TILSP) apresenta-se de forma heterogênea nos documentos oficiais, mostrando a dificuldade por parte dos governos quanto às atribuições e funções desse profissional. Albres (2015), em sua pesquisa, identificou 16 diferentes maneiras de denominar esses profissionais. A forma mais recorrente encontrada em documentos oficiais (leis, documentos e livros) é contestada pela autora, pois ocasiona conflitos nas funções a serem desenvolvidas em contexto escolar. A denominação questionada pela autora é:
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Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais
Tipos e Modos de Interpretação - simultânea, consecutiva e sussurrada
Ano:
2023
Banca:
UERJ
Lacerda (2010) aponta que muitos autores defendem a ideia de que tradução e interpretação são conceitos que se remetem a tarefas distintas. Segundo a autora, as tarefas próprias da interpretação envolvem:
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Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais
Formação do Tradutor-intérprete
Ano:
2023
Banca:
UERJ
De acordo com Santos (2010), após o período de uma instrução informal e voluntariada, os TILSP no Brasil, a partir dos anos 1990, tiveram os primeiros processos de formação formal por meio de cursos livres organizados por associações. Outra possibilidade que se configurou, nesse momento, como uma das primeiras formações existentes para os TILSP eram os cursos: