Língua Inglesa
Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano:
2025
Banca:
CESPE / CEBRASPE
A abordagem lexical (lexical approach) se distingue por conferir ao léxico a posição de elemento central no processo de ensino-aprendizagem de uma língua estrangeira. De fato, esse elemento da língua tem um alto valor, uma vez que perpassa as quatro habilidades linguísticas, configurando-se em fator determinante para a comunicação. Internet:<teses.usp.br/tese> (com adaptações).
Acerca da abordagem lexical no âmbito do ensino de língua inglesa, julgue o item que se segue.
Adota a abordagem lexical o professor que utiliza listas extensas de sinônimos e antônimos para cada palavra, esperando que os alunos dominem o...
Língua Inglesa
Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano:
2025
Banca:
CESPE / CEBRASPE
Em muitas partes do mundo, a maioria dos utilizadores do inglês como língua franca é formada por não nativos que não dominam a gramática padrão e aspectos do seu léxico e de sua pronúncia. Conceber o inglês como o idioma da globalização na sua função de língua franca desestabiliza conceitos reducionistas que sempre limitaram língua a padrões subjetivos. As características do inglês como língua franca, potencialmente, contestam as questões mitológicas da pronúncia correta e desorganiza, entre vários aspectos, a ideia estapafúrdia de uma suposta hierarquia cultural. Denise Scheyerl, Kelly Barros e Diogo Oliveira do Espírito Santo. A perspectiva intercultural para o ensino de línguas: propostas e desafios, 2014 (com adaptações). ...
Língua Inglesa
Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano:
2025
Banca:
CESPE / CEBRASPE
Em muitas partes do mundo, a maioria dos utilizadores do inglês como língua franca é formada por não nativos que não dominam a gramática padrão e aspectos do seu léxico e de sua pronúncia. Conceber o inglês como o idioma da globalização na sua função de língua franca desestabiliza conceitos reducionistas que sempre limitaram língua a padrões subjetivos. As características do inglês como língua franca, potencialmente, contestam as questões mitológicas da pronúncia correta e desorganiza, entre vários aspectos, a ideia estapafúrdia de uma suposta hierarquia cultural. Denise Scheyerl, Kelly Barros e Diogo Oliveira do Espírito Santo. A perspectiva intercultural para o ensino de línguas: propostas e desafios, 2014 (com adaptações). ...
Língua Inglesa
Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano:
2025
Banca:
CESPE / CEBRASPE
Em muitas partes do mundo, a maioria dos utilizadores do inglês como língua franca é formada por não nativos que não dominam a gramática padrão e aspectos do seu léxico e de sua pronúncia. Conceber o inglês como o idioma da globalização na sua função de língua franca desestabiliza conceitos reducionistas que sempre limitaram língua a padrões subjetivos. As características do inglês como língua franca, potencialmente, contestam as questões mitológicas da pronúncia correta e desorganiza, entre vários aspectos, a ideia estapafúrdia de uma suposta hierarquia cultural. Denise Scheyerl, Kelly Barros e Diogo Oliveira do Espírito Santo. A perspectiva intercultural para o ensino de línguas: propostas e desafios, 2014 (com adaptações).
Língua Inglesa
Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano:
2025
Banca:
CESPE / CEBRASPE
Em muitas partes do mundo, a maioria dos utilizadores do inglês como língua franca é formada por não nativos que não dominam a gramática padrão e aspectos do seu léxico e de sua pronúncia. Conceber o inglês como o idioma da globalização na sua função de língua franca desestabiliza conceitos reducionistas que sempre limitaram língua a padrões subjetivos. As características do inglês como língua franca, potencialmente, contestam as questões mitológicas da pronúncia correta e desorganiza, entre vários aspectos, a ideia estapafúrdia de uma suposta hierarquia cultural. Denise Scheyerl, Kelly Barros e Diogo Oliveira do Espírito Santo. A perspectiva intercultural para o ensino de línguas: propostas e desafios, 2014 (com adaptações). ...
Língua Inglesa
Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano:
2025
Banca:
CESPE / CEBRASPE
Em muitas partes do mundo, a maioria dos utilizadores do inglês como língua franca é formada por não nativos que não dominam a gramática padrão e aspectos do seu léxico e de sua pronúncia. Conceber o inglês como o idioma da globalização na sua função de língua franca desestabiliza conceitos reducionistas que sempre limitaram língua a padrões subjetivos. As características do inglês como língua franca, potencialmente, contestam as questões mitológicas da pronúncia correta e desorganiza, entre vários aspectos, a ideia estapafúrdia de uma suposta hierarquia cultural. Denise Scheyerl, Kelly Barros e Diogo Oliveira do Espírito Santo. A perspectiva intercultural para o ensino de línguas: propostas e desafios, 2014 (com adaptações). ...
Língua Inglesa
Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano:
2025
Banca:
CESPE / CEBRASPE
As origens teóricas da perspectiva reflexiva sobre a prática remontam a John Dewey, que, na década de 30 do século passado, definiu ação reflexiva como o exame ativo, voluntário, persistente e rigoroso de nossas crenças e ações, à luz dos fundamentos que as sustentam e das consequências a que conduzem. Ao caracterizar a reflexão como uma forma especializada de pensar, Dewey a diferencia do ato de rotina, que, embora fundamental ao ser humano, é guiado por impulso, hábito, tradição ou submissão à autoridade. A reflexão, ao contrário, baseia-se na vontade, no pensamento, em atitudes de questionamento e curiosidade. Rosane Rocha Pessoa. A reflexão interativa como instrumento de desenvolvimento profissional: um estudo com professores de ing...
Língua Inglesa
Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano:
2025
Banca:
CESPE / CEBRASPE
As origens teóricas da perspectiva reflexiva sobre a prática remontam a John Dewey, que, na década de 30 do século passado, definiu ação reflexiva como o exame ativo, voluntário, persistente e rigoroso de nossas crenças e ações, à luz dos fundamentos que as sustentam e das consequências a que conduzem. Ao caracterizar a reflexão como uma forma especializada de pensar, Dewey a diferencia do ato de rotina, que, embora fundamental ao ser humano, é guiado por impulso, hábito, tradição ou submissão à autoridade. A reflexão, ao contrário, baseia-se na vontade, no pensamento, em atitudes de questionamento e curiosidade. Rosane Rocha Pessoa. A reflexão interativa como instrumento de desenvolvimento profissional: um estudo com professores de ing...
Língua Inglesa
Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano:
2025
Banca:
CESPE / CEBRASPE
As origens teóricas da perspectiva reflexiva sobre a prática remontam a John Dewey, que, na década de 30 do século passado, definiu ação reflexiva como o exame ativo, voluntário, persistente e rigoroso de nossas crenças e ações, à luz dos fundamentos que as sustentam e das consequências a que conduzem. Ao caracterizar a reflexão como uma forma especializada de pensar, Dewey a diferencia do ato de rotina, que, embora fundamental ao ser humano, é guiado por impulso, hábito, tradição ou submissão à autoridade. A reflexão, ao contrário, baseia-se na vontade, no pensamento, em atitudes de questionamento e curiosidade. Rosane Rocha Pessoa. A reflexão interativa como instrumento de desenvolvimento profissional: um estudo com professores de ing...
Língua Inglesa
Ensino da Língua Estrangeira Inglesa
Ano:
2025
Banca:
CESPE / CEBRASPE
As origens teóricas da perspectiva reflexiva sobre a prática remontam a John Dewey, que, na década de 30 do século passado, definiu ação reflexiva como o exame ativo, voluntário, persistente e rigoroso de nossas crenças e ações, à luz dos fundamentos que as sustentam e das consequências a que conduzem. Ao caracterizar a reflexão como uma forma especializada de pensar, Dewey a diferencia do ato de rotina, que, embora fundamental ao ser humano, é guiado por impulso, hábito, tradição ou submissão à autoridade. A reflexão, ao contrário, baseia-se na vontade, no pensamento, em atitudes de questionamento e curiosidade. Rosane Rocha Pessoa. A reflexão interativa como instrumento de desenvolvimento profissional: um estudo com professores de ing...