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Q1131146
“Definir a história como o estudo do homem no tempo foi, portanto, um passo decisivo para a expansão dos domínios historiográficos. Contudo, a definição de História, no seu aspecto mais irredutível, deve incluir ainda uma outra coordenada para além do ‘homem’ e do ‘tempo’. Na verdade, a História é o estudo do Homem no Tempo e no Espaço” (Barros, 2006). A respeito da observação e organização do tempo ao longo da história das sociedades, assinale a alternativa INCORRETA.
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Q1130379
Considerando a historiografia brasileira e sua relação com a conservação do patrimônio cultural, assinale a alternativa que representa a primeira cidade brasileira a ser considerada como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco.
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Q1130376
A materialização de uma ausência temporal, que ocorre através da potência do pensamento ou pesquisa sistematizada, evidenciando o que aconteceu no passado da cidade, do indivíduo, comunidade, ou nação pode ser definida na historiografia como:
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Q1130375
É um testamento histórico, com profundas relações filosóficas, representando tudo que pode evocar o passado, memórias, atos registrados. Possui a característica de se associar ao poder de perpetuação, seja de forma voluntária ou involuntária, da sociedade histórica. Em outras palavras, é um legado da memória coletiva e remete a testemunhos que, em sua maioria, permanecem não documentados. O trecho refere-se ao(à):
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Q1130374
A totalidade do saber histórico não é resultado da erudição, mas da compreensão das possibilidades de métodos de pesquisa. Assim, pode-se afirmar que a metodologia é o referencial que mostra a identidade da pesquisa do historiador, desde que ele incorpore algumas operações essenciais na elaboração da pesquisa, que são:
I. Heurística.
II. Crítica.
III. Interpretação.
...
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Q1130373
Ao analisar uma proposta de pesquisa histórica feita pela Casa de Cultura do município de Tangará da Serra/MT, os pesquisadores notaram aspectos do cotidiano dos tangaraenses, destacando os que foram excluídos da história da cidade. Na conclusão da pesquisa, ficou evidente que houve uma escala reduzida na pesquisa com foco em aspectos culturais e econômicos do grupo. É correto afirmar, de acordo com a Teoria da História, que isso é:
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Q1129688
A história arrisca-se a perder sua identidade apesar da grande quantidade das pesquisas atuais. Mostra a tendência para diluir o campo histórico nas diversas outras ciências sociais. A dúvida cética foi substituída pela construção do futuro a partir do passado em nome da perda de sentido. Daí o refluxo do relato factual cujo estatuto desmorona-se, já que não se inscreve mais em uma problemática inteligível do antes e do depois na escala do tempo.
(DOSSE, François. A história em migalhas: dos Annales à nova história. Tradução de Esther Fine. São Paulo: Ensaio, 2003. Pág. 323-324.)
O paradigma apresentado no texto sugere que o risco enfrentado pela história na pós-modernidade estaria relacionado ao (à)
(DOSSE, François. A história em migalhas: dos Annales à nova história. Tradução de Esther Fine. São Paulo: Ensaio, 2003. Pág. 323-324.)
O paradigma apresentado no texto sugere que o risco enfrentado pela história na pós-modernidade estaria relacionado ao (à)
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Q1129687
O oceano da historiografia acha-se hoje povoado por inúmeras ilhas, cada qual com a sua flora e a sua fauna particular. Ou, para utilizar uma metáfora mais atual, podemos ver a Historiografia como um vasto universo de informações percorrido por inúmeras redes, onde cada profissional encontra a sua conexão exata e particular.
(BARROS, José D’Assunção. Os Campos da História – uma introdução às especialidades da História. Campinas: Revista HISTEDBR On-line, nº 16; dez. 2004.)
No tocante à produção historiográfica, cabe observar as seguintes considerações; analise-as.
I. A História das Mentalidades, a História do Imaginário e a História Antropológica, por exemplo, foram enfoques que de certo modo se desprenderam há algumas décadas da História da Cult...
(BARROS, José D’Assunção. Os Campos da História – uma introdução às especialidades da História. Campinas: Revista HISTEDBR On-line, nº 16; dez. 2004.)
No tocante à produção historiográfica, cabe observar as seguintes considerações; analise-as.
I. A História das Mentalidades, a História do Imaginário e a História Antropológica, por exemplo, foram enfoques que de certo modo se desprenderam há algumas décadas da História da Cult...
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Q1129686
Entretanto, tendo começado sua colaboração nos Quaderni storici, em 1978, ele (Carlo Ginzburg) não havia participado diretamente das primeiras discussões sobre a microanálise, ainda que tenha encontrado aí, como já reconheceu mais de uma vez, um eco familiar das suas próprias preocupações intelectuais. Essas preocupações foram intensamente exploradas em um artigo também publicado em 1979, intitulado “Sinais: raízes de um paradigma indiciário”, no qual Ginzburg discutia a emergência de um “paradigma científico” alternativo nas ciências humanas no século XIX, que ele recuperava em um conjunto diverso de contribuições que iam desde as observações metodológicas do crítico de arte italiano Giovanni Morelli até a psicanálise de Sigmund Freud, passando pela semiótica de Charles S. Pierce ...
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Q1129685
Em relação ao tempo histórico, analise as afirmativas a seguir.
I. Enquanto o tempo histórico é uma medida linear e quantitativa do tempo; o tempo cronológico é qualitativo e interpretativo, buscando entender o significado e o contexto dos eventos.
II. O tempo histórico é a interpretação qualitativa dos eventos passados, que vai além das datas e busca entender o contexto, as causas e as consequências dos acontecimentos.
III. A história é dividida em períodos específicos, como Pré-História, Idade Antiga, Idade Média, Idade Moderna e Idade Contemporânea, facilitando a análise e compreensão dos eventos e processos históricos.
IV. Além do tempo histórico e cronológico, existem outras formas de medir o tempo, como o geológico, biol...
I. Enquanto o tempo histórico é uma medida linear e quantitativa do tempo; o tempo cronológico é qualitativo e interpretativo, buscando entender o significado e o contexto dos eventos.
II. O tempo histórico é a interpretação qualitativa dos eventos passados, que vai além das datas e busca entender o contexto, as causas e as consequências dos acontecimentos.
III. A história é dividida em períodos específicos, como Pré-História, Idade Antiga, Idade Média, Idade Moderna e Idade Contemporânea, facilitando a análise e compreensão dos eventos e processos históricos.
IV. Além do tempo histórico e cronológico, existem outras formas de medir o tempo, como o geológico, biol...