“Não se nasce mulher, torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico ou econômico define a forma que a mulher ou a fêmea humana assume no seio da sociedade” (BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo. v. II. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. p. 9. Adaptado).
Com o trecho acima, Beauvoir afirma que ser mulher é uma
“Perguntando se o livre-arbítrio vem de Deus, conclui que sim, sendo que quando se age mal é porque se fez a escolha errada. Santo Agostinho procura assim dar conta da relação entre a natureza humana criada por Deus, a vontade livre que Deus deu ao homem e a possibilidade de o homem escolher entre fazer o bem e o mal. Sem a vontade livre o ser humano não seria responsável por seus atos” (MARCONDES, Danilo. Textos básicos de ética. RJ: Zahar, 2007. p.53-54. Adaptado).
Segundo o texto acima, para Santo Agostinho, é fundamental que os homens tenham livre-arbítrio, para que Deus não
“Parece que a felicidade, mais que qualquer outro bem, é tida como este bem supremo, pois a esco-lhemos sempre por si mesma, e nunca por causa de algo mais; mas as honrarias, o prazer, a inteli-gência e todas as outras formas de excelência, embora as escolhamos por si mesmas, escolhemo-las por causa da felicidade, pensando que através delas seremos felizes. Ao contrário, ninguém escolhe a felicidade por causa das várias formas de excelência, nem, de um modo geral, por qualquer outra coisa além dela mesma” (ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Brasília: EdUnb, 1992, p. 23. Adaptado).
De acordo com o texto acima, a felicidade para Aristóteles é o
“Nenhum vegetariano come linguiça de porco. Moby não come linguiça de porco. Portanto, Moby é vegetariano”. Embora todas as proposições do argumento sejam verdadeiras, o argumento em seu conjunto é invá-lido, pois a estrutura formal do argumento comete o erro de ter duas premissas negativas e de duas premissas negativas nada se concluí. Além disso, é lógico que Moby pode não comer linguiça de porco, mas comer outras carnes. (BAGGINI, Julian. Você pensa o que acha que pensa? Rio de Ja-neiro: Zahar, 2010, p. 53. Adaptado).
A partir da leitura do texto acima, a diferença entre verdade e validade é:
“Platão distingue o mundo sensível, o dos fenômenos, do mundo inteligível, o das idéias. O mundo sensível, percebido pelos sentidos, é o local da multiplicidade, do movimento; é ilusório, pura sombra do verdadeiro mundo. O mundo inteligível é alcançado pela dialética ascendente, que fará a alma elevar-se das coisas múltiplas e mutáveis às idéias unas e imutáveis” (ARANHA, Maria Lúcia de Ar-ruda. Filosofando. São Paulo: Moderna, 2013, p. 119. Adaptado).
Interpretando o texto acima, a relação da verdade com o mundo sensível e com o mundo inteligível é:
“Os Sofistas surgem na Grécia antiga, século V a. C. na passagem da oligarquia para a democracia. São os mestres de retórica e oratória, muitas vezes mestres itinerantes, que percorrem as cidades-estados fornecendo seus ensinamentos, sua técnica, suas habilidades aos cidadãos em geral. Eram relativistas. Sócrates também ensinava nas praças públicas através de perguntas e respostas que despertavam a verdade que está no interior de cada um. Sócrates afirmava que a opinião (doxa) é uma expressão individual, já o conhecimento (episteme) é universal. Desta forma, os sofistas ensina-vam a retórica para convencer aos outros que sua opinião é a melhor e Sócrates ensinava a dialética, que através de questionamentos (só sei que nada sei) levava ao conhecimento verda...
Leia o texto a seguir: “Porque enquanto cada homem detiver seu direito de fazer tudo quanto queira, todos os homens se encontrarão numa condição de guerra.” (HOBBES, T. Leviatã. SP: Nova Cultural, 2004. p. 114. Adap-tado)
O pensador inglês Thomas Hobbes acredita que, para evitar a guerra, os homens devem se associar e determinar a autoridade de um poder central (o Estado), capaz de assegurar a paz entre seus mem-bros. Essa autoridade precisa
Buscando-se elementos da relação entre pensamento e experiência estética, nos deparamos com a manifestação filosófica do poeta Mallarmé: “a palavra não é a expressão de algo, mas a expressão de sua ausência. A palavra faz desaparecer as coisas e nos impõe o sentimento de uma falta universal e até de sua própria falta”. Considerando os ensinamentos lógicos que o poeta apresenta, analise os seguintes itens:
I. A certeza da verdade imediata das coisas.
II. A universalidade é exposta como um terceiro elemento do discurso.
III. O discurso apresenta dois elementos: uma proposição e sua contraposição.
IV. A máxima “tudo é relativo” encontra um demonstrativo adequado.
Corresponde a ensinamento lógico do poeta o que consta em: