Em A imagem do ensino de arte, a autora Ana Mae propõe a comparação entre 2 obras da iconografia artística brasileira. A primeira explora o contraste de cores chapadas e a segunda a multiplicidade de nuanças de uma mesma cor. A autora refere-se às obras, respectivamente, dos artistas:
Segundo Maria Fusari e M. Heloisa Ferraz, quanto aos procedimentos de ensino e aprendizagem, será preciso que as aulas de Arte sigam orientações que propiciem
Considere as afirmativas abaixo sobre a obra de arte e a sua recepção.
I. Gostar ou não-gostar significa possuir uma sensibilidade inata e ser capaz de uma fruição espontânea diante do complexo cultural que está fora de nós, isto é, a obra de arte.
II. Qualquer leitura de qualquer produto cultural é um ato de interpretação e a maneira pela qual traduzimos ou interpretamos determinadas obras é sempre determinada pela nossa própria perspectiva e por nossa própria posição na ideologia.
III. Compreender a obra de arte significa conhecer a vida e obra dos artistas e apreendê-las em seu movimento estilístico, traçando os significados que se inscrustaram sobre as obras no decurso das leituras dos críticos de arte.
IV. O reconhecimento de que o pr...
Segundo Abigail Housen, há cinco tipos de leitores de imagens cujos estágios de desenvolvimento estético são:
Considerando que as imagens constituem parte fundamental na alfabetização estética, fazendo-se presente no dia-a-dia de uma maneira muito mais intensa do que em outros tempos, cabe definir quais imagens vão ser levadas para a sala de aula. Esta escolha muitas vezes é arbitrária. O professor decide quais imagens farão parte do repertório merecedor da apreciação de seus alunos.
O texto problematiza
A autora Mirna Spritzer, em seu ensaio O ator e a visualidade: uma experiência com alunos-atores faz uma reflexão sobre o processo de criação de ator a partir da intersecção do quadro A Parábola dos Cegos, de Bruegel, e o texto teatral Os Cegos, de Ghelderode.

Para a autora, no processo de criação de figuras-cênicas pelos alunos-atores, tendo em vista a visualidade como estímulo e como construção artístico-estética, o quadro de Bruegel é um recurso visual para
O sentido se faz durante as descobertas e não existe mais um objeto fechado ou uma representação única fixa sobre um suporte material como um quadro, uma pintura ou uma gravura.
O trecho acima está se referindo a:
Observe atentamente as imagens abaixo.

Pode-se afirmar que, no diálogo visual destas duas imagens há:
Considere as características dos processos criativos e suas definições.
I. Intuição
II. Seletividade
III. Imagem Referencial
IV. Percepção
a. Representa um processo de economia, pois a nossa tendência é inteirar-nos daquilo que nos seria suficiente para resolver uma situação ou tarefa em que estejamos interessados.
b. Envolve um tipo de conhecer, que é apreender o mundo externo junto com o mundo interno, e ainda envolve, concomitantemente, um interpretar aquilo que está sendo apreendido.
c. Está na base dos processos de criação e tornam-se conscientes na medida em que são expressos, isto é, na medida em que lhes damos uma forma.
d. Ordenação internalizada que se configura em cada pessoa a partir de sua pró...
No cerne da criação está a nossa capacidade de nos comunicar por meio de ordenações, isto é, através de formas. Mas somente quando na forma se estruturam aspectos de espaço e tempo, mais do que assinalar o evento, poderá a mensagem adquirir as qualificações de: