1041 Q562842
Direito Civil
Ano: 2005
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Instrução: Nas questões de números 38 a 40, assinale a alternativa correta em relação à proposição apresentada.

Prescrição:

1042 Q562840
Direito Civil
Ano: 2005
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Considere as hipóteses:

I. Erro, dolo ou coação.

II. Objeto impossível.

III. Estado de perigo ou lesão.

IV. Objeto indeterminável.

V. Objetivo de fraudar lei imperativa.

São casos de nulidade do negócio jurídico, dentre outras, as indicadas SOMENTE em

1043 Q562839
Direito Civil
Ano: 2005
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

No que se refere à prescrição prevista no Código Civil brasileiro é correto afirmar que

1044 Q255870
Direito Civil
Ano: 2005
Banca: Fundação de Estudos e Pesquisas Sócio-Econômicos (FEPESE)

Segundo o Código Civil, é anulável o negócio jurídico nos casos de:

1045 Q255816
Direito Civil
Ano: 2005
Banca: Fundação José Pelúcio Ferreira (FJPF)

Uma pessoa sob premente necessidade ou por inexperiência, que se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta, tem sua manifestação de vontade viciada por:

1046 Q255805
Direito Civil
Ano: 2005
Banca: Fundação José Pelúcio Ferreira (FJPF)

O ato jurídico é anulável na seguinte situação:

1047 Q255803
Direito Civil
Ano: 2005
Banca: Fundação José Pelúcio Ferreira (FJPF)

A prescrição não corre se o negócio jurídico estiver pendente de condição denominada:

1048 Q255788
Direito Civil
Ano: 2005
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

De acordo com as normas do Código Civil Brasileiro relativas à prescrição, é correto afirmar que

1049 Q255735
Direito Civil
Ano: 2005
Banca: Fundação Mariana Resende Costa (FUMARC)
No que concerne às condições, é CORRETO afirmar:
1050 Q255662
Direito Civil
Ano: 2005
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Considere que determinada pessoa realize um contrato viciado com dolo acidental, e que esse contrato gere ao lesado um prejuízo de grande monta. Em face dessa consideração, julgue os itens que se seguem.

O negócio jurídico está eivado de dolo acidental; portanto, quem ludibriou estará obrigado a responder por perdas e danos.