11881 Q160696
Comunicação Social
Ano: 2006
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Para que a seqüência das solenidades transcorra da forma prevista, é comum a elaboração de um roteiro para o mestre de cerimônias. Esse roteiro é preparado pelo cerimonial e serve de orientação aos participantes. Considerando a realização de uma solenidade de abertura de um evento, julgue os itens que se seguem, a respeito da ordenação e das principais partes integrantes do referido roteiro.

I O roteiro deve iniciar pelos nomes do evento e da instituição organizadora, seguidos de data, local e horário.

II A primeira fala do roteiro é a acolhida, em que o mestre de cerimônia cumprimenta os presentes. Logo após, o roteiro deve introduzir o tema da solenidade, podendo, ainda, apresentar um breve resumo do assunto em pauta.

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11882 Q160694
Comunicação Social
Ano: 2006
Banca: Fundação CEFETBAHIA / Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFETBAHIA)

"Nos anos 90, principalmente a partir da primeira metade, surgiu a necessidade de forçar as empresas e o mercado a passarem por processos constantes de mudanças, muitas vezes dentro de um contexto dinâmico, contínuo e contraditório. Esta situação faz os executivos conviverem com constantes oscilações em diferentes situações, sendo necessário o ajuste do ponto de vista do papel da comunicação empresarial no dia-a-dia da instituição. Vários fatores contribuem para esta realidade: a mudança do papel do estado na economia, o impulso irreversível de abertura comercial, as privatizações de empresas estatais, desregulamentação de inúmeras atividades econômicas, e as aquisições e fusões maciças de empresas nacionais por grupos transnacionais. A tudo isto, soma-se a paulatina integ...

11883 Q160693
Comunicação Social
Ano: 2006
Banca: Fundação CEFETBAHIA / Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFETBAHIA)

Numere a 2ª coluna, relacionando os conceitos às suas respectivas denominações.

(1) Marca

(2) Endomarketing

(3) Benchmarketing

(4) Cultura empresarial

(5) Auditoria de imagem

( ) Atividade que tem, como objetivo, verificar como veículos e públicos (ou a comunidade como um todo) avaliam uma empresa, entidade ou pessoa.

( ) Conjunto de ações focadas no público interno e que tem, como objetivo maior, conscientizar funcionários e chefias para a importância do atendimento de excelência ao cliente.

( )  Processo de comparação de desempenho de uma empresa ou processo com outros, buscando o apri...

11884 Q160692
Comunicação Social
Ano: 2006
Banca: Fundação CEFETBAHIA / Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFETBAHIA)

Compreende um conjunto complexo de atividades, ações, estratégias, produtos e processos desenvolvidos para reforçar a imagem de uma empresa ou entidade (sindicato, órgãos governamentais, ONGs, associações, universidades etc) junto aos seus públicos de interesse (consumidores, empregados, formadores de opinião, classe política ou empresarial, acionistas, comunidade acadêmica ou financeira, jornalistas etc) ou junto à opinião pública.

As informações acima referem-se à comunicação

11885 Q160593
Comunicação Social
Ano: 2006
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Uma campanha publicitária pode ser definida como o conjunto de peças publicitárias criadas, produzidas e veiculadas de maneira coordenada, de acordo com determinados objetivos de propaganda de um produto ou serviço, marca, empresa ou qualquer órgão público ou privado. No referente a campanha publicitária, julgue o próximo item.

Teaser é um recurso utilizado depois de uma campanha que não teve o impacto desejado. Elaborado de maneira criativa, o teaser concentra a atenção do público em determinada característica do produto ou acontecimento que não foram suficientemente explorados ou compreendidos com a campanha de propaganda.

11886 Q160461
Comunicação Social
Ano: 2006
Banca: Fundação José Pelúcio Ferreira (FJPF)

Uma das características do folder a ser observada no processo de edição é o fato de que este tipo de publicação:

11887 Q160460
Comunicação Social
Ano: 2006
Banca: Fundação José Pelúcio Ferreira (FJPF)

Na programação visual de materiais gráficos institucionais, é preciso levar em consideração que a vista do leitor foi educada para, numa folha escrita ou impressa, seguir uma diagonal.

A primeira região que nosso hábito de leitura nos compele a olhar numa página é a chamada área ótica primária, que corresponde:

11888 Q160459
Comunicação Social
Ano: 2006
Banca: Fundação José Pelúcio Ferreira (FJPF)

O GPR (Gross Rating Points) “é uma técnica da mídia que permite medir com segurança qual o total do públicoalvo que estamos atingindo e com que freqüência isto se verifica”.

(SANT’ANNA, Armando. Propaganda: teoria, técnica e prática. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005, p. 221).

Considerando-se um anúncio que obteve 40% de audiência na primeira inserção, 50% na segunda e 30% na terceira, a contagem de GRPs é igual a:

11889 Q160458
Comunicação Social
Ano: 2006
Banca: Fundação José Pelúcio Ferreira (FJPF)

Nos jornais, os preços dos espaços publicitários são baseados na circulação do veículo. De acordo com Armando Sant’Anna (Propaganda: teoria, técnica e prática. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005, p. 217), “para se ter uma noção clara dos preços e poder-se comparar o custo do anúncio em veículos de preços e circulações diferentes, deve-se reduzir o preço (de página ou centímetro) de cada um ao custo por mil leitores (million-rate)”.

11890 Q160443
Comunicação Social
Ano: 2006
Banca: Fundação Universa (FUNIVERSA)
É correto dizer que: