4191 Q661804
Arquivologia
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Se as pastas forem mantidas na ordem em que os pacientes receberam atendimento, ou seja, numeradas de modo sequencial, para recuperá-las seria necessário utilizar
4192 Q661803
Arquivologia
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Num quadro de classificação de documentos em que temas secundários ficam subordinados a temas gerais, a modalidade de ordenação aplicada é conhecida como
4193 Q661802
Arquivologia
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
O modo mais adequado de identificar este documento, levando em conta sua espécie e a função que lhe deu origem, é chamá-lo de
4194 Q661801
Arquivologia
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
O fato de os documentos de arquivo não serem criados com vistas à posteridade lhes confere, no âmbito da teoria arquivística, o atributo da
4195 Q661800
Arquivologia
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
De acordo com a Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos do Conselho Nacional de Arquivos, o sistema de controles que se estende por todo o ciclo de vida dos documentos, assegurando sua autenticidade ao longo do tempo, configura a chamada
4196 Q661799
Arquivologia
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Folha e pasta constituem exemplos de
4197 Q661798
Arquivologia
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
A estrutura organizacional de uma instituição pode servir de referência para a montagem de
4198 Q661797
Arquivologia
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Se dispostas alfabeticamente por bairros e, dentro de cada um deles, por segurados, as pastas ficariam assim distribuídas:
4199 Q661796
Arquivologia
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Se divididas em dois blocos − de aposentados e pensionistas − e, dentro de cada um deles, ordenadas alfabeticamente pelos nomes dos bairros, as pastas dos segurados, obedecendo ao mesmo critério, ficariam assim distribuídas:
4200 Q661795
Arquivologia
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Ao discorrer sobre os documentos públicos ao longo de seu ciclo vital, o renomado arquivista norte-americano Schellenberg estabelece uma distinção entre valores probatórios e informativos. Segundo o autor,