Em A Vontade de Guardar: Lógica da Acumulação em Arquivos Privados, os autores fazem uma reflexão sobre o tratamento e publicização das fontes históricas de arquivos privados. Observam uma diferença entre a lógica dos arquivos públicos e privados, confirmando que o colecionador (ou "arquivador" por eles assim denominado) constitui sua coleção de documentos segundo critérios que lhe são preciosos - precaução, vingança, pragmatismo político ou administrativo, orgulho, fantasia e outros, e que "o sentido dos documentos reside em quem os acumula".
(Vianna, Aurélio et alli. A Vontade de Guarda:Lógica da Acumulação em Arquivos Privados, in Arquivo & Administração, V. 10-14, n.II, AAB, 1986)
A partir das premissas acima, podemos afirmar que o passo primeiro e fundamen...
O conjunto de operações que visam ao controle dos documentos que ainda tramitam no órgão, de maneira a assegurar a imediata localização e recuperação dos mesmos, garantindo, dessa forma, o acesso à informação denomina-se atividade de:
De acordo com a teoria arquivística das três idades, a aplicação dos critérios de avaliação deve efetivar-se na fase:
Em uma instituição arquivística, foi solicitado aos técnicos de arquivo que verificassem os motivos que levaram ao desaparecimento de documentos de fundamental importância para o acervo, e que indicassem, em relatório formal, as suas conclusões. Após checagem de todo acervo, os técnicos concluíram que, entre os vários problemas enfrentados pelo pessoal do arquivo, o mais usual era a falta do indicador colocado no lugar das unidades ou itens documentais para sinalização da remoção temporária, que, em Arquivística, é denominado guia:
Em uma reunião de presidência, o arquivista foi convidado a opinar sobre as novas medidas de racionalização no tratamento dos diversos arquivos que se encontram descentralizados, no âmbito daquela organização. A idéia de centralização dos arquivos levou-o a redimensionar os espaços ora utilizados pelo acervo. Após a reunião, ele chamou sua equipe e a orientou sobre a utilização de uma unidade de medida na determinação da racionalização do novo espaço a ser ocupado pelos documentos na ambiência do novo depósito . Perguntado sobre a adoção de uma unidade de medida para o arquivo, ele informou que adotariam a metragem:
Um arquivista de um consulado é convidado a falar sobre uma temática que envolve as questões relativas aos vários significados do denominado "Patrimônio Arquivístico Comum". É então questionado sobre a possibilidade da separação de várias unidades territoriais que constituem o patrimônio arquivístico comum. Em resposta, afirma que as unidades territoriais não podem ser divididas, sob pena do patrimônio perder a sua:
O arquivista é chamado a opinar acerca do estabelecimento de um novo esquema das várias áreas de depósito de um arquivo. Ele terá que indicar a disposição das várias estanterias e a nova distribuição de equipamentos. O arquivista, então, terá que estabelecer o plano de:
Ao examinar um livro de atas, o técnico de arquivos observou que este, ao ser elaborado, apresentava uma falha quanto a sua paginação. O verso de suas folhas não estava sendo considerado, comprometendo portanto, sua fidedignidade. O arquivista, ao ser alertado pelo técnico de arquivo, pediu-lhe então que preparasse um termo para numeração também do anverso das folhas daquele livro de atas. O técnico de arquivo procedeu à/ao:
Um técnico de arquivo inicia, em uma determinada empresa, operações com vários conjuntos de documentos; dentre elas, a principal é a passagem do arquivo intermediário para o arquivo permanente. Essa última atividade está arquivisticamente relacionada: