Quando a estrutura orgânica fornece a base para grandes agrupamentos de documentos, estamos falando de
Seqüência de operações que, de acordo com as diferentes estruturas, funções e atividades da entidade produtora visam a distribuir os documentos de um arquivo. Essa definição corresponde a

A lista de arquivamento e eliminação, instrumento que permite controlar a vigência dos documentos, indica não só o prazo durante o qual cada documento deve permanecer obrigatoriamente guardado em cada fase (corrente e intermediária), mas também que documentos podem ser eliminados ou descartados.

Os documentos do arquivo intermediário, mesmo que não estejam sendo utilizados pela administração do órgão, não devem ser eliminados porque podem possuir valor jurídico, informativo e histórico.

Existe um código de classificação de documentos que, preestabelecido pelo CONARQ, abrange as atividades-meio comuns aos órgãos da administração pública e deve ser usado como modelo por todos os integrantes do sistema nacional de arquivos.

O primeiro setor administrativo citado no texto, pela descrição feita, apresenta algumas características de um arquivo corrente.

Os órgãos públicos adotam a gestão de documentos, nome dado a conjuntos de procedimentos e atividades relativas ao controle dos documentos, em todas as etapas, desde sua criação, visando-se à sua eliminação ou à guarda permanente.

O diagnóstico de arquivos consiste em um processo de inspeção e análise do conjunto de políticas, de procedimentos e de pessoas que armazenam, processam e dão acesso à informação em um órgão ou entidade, visando estabelecer sistemas racionais e eficientes para a utilização e a manutenção das informações.