No Brasil, ainda persiste a cultura da fiscalização de obra. É a atividade exercida, em geral, no lugar do gerenciamento, na qual o profissional, que já tem muitas atribuições e funções na firma do contratante, somente pode ir à obra uma vez por semana para constatar se o contrato está sendo cumprido. Essa situação é prejudicial para o contratante da obra porque o arquiteto ou engenheiro, designado para a atividade de fiscal, age como se tivesse sido contratado para constatar erros de execução, atrasos no cronograma e gastos com a obra após a atividade ter sido executada. Ou seja, é o profissional que é batizado no mercado como "gerente de obras prontas" (...) A grande diferença entre as culturas de "fiscalização de obra" e gerenciamento...




