Antônio afiançou Sérgio em contrato de mútuo celebrado c...

Antônio afiançou Sérgio em contrato de mútuo celebrado com Thiago. Por meio de referido contrato, subscrito por duas testemunhas, Thiago emprestou R$ 10.000,00 (dez mil reais) a Sérgio e este se obrigou a devolver o dinheiro seis meses depois. Não adimplida a obrigação, no termo, Thiago propôs ação de execução contra Antônio, que, de acordo com o Código de Processo Civil,
  • A. poderá nomear à penhora bens livres e desembargados de propriedade de Sérgio. Porém, seus bens ficarão sujeitos à execução se os de Sérgio não forem suficientes para satisfazer o crédito. Paga a dívida por Antônio, poderá executar Sérgio nos autos do mesmo processo.
  • B. deverá suportar sozinho a execução proposta por Thiago. Paga a dívida por Antônio, poderá executar Sérgio no âmbito de ação autônoma.
  • C. poderá nomear à penhora bens livres e desembargados de propriedade de Sérgio, sem que venham a ser atingidos bens de Antônio, mesmo que os de Sérgio sejam insuficientes para satisfação do crédito.
  • D. deverá suportar sozinho a execução proposta por Thiago. Paga a dívida por Antônio, poderá executar Sérgio nos autos do mesmo processo.
  • E. poderá nomear à penhora bens livres e desembargados de propriedade de Sérgio. Porém, seus bens ficarão sujeitos à execução se os de Sérgio não forem suficientes para satisfazer o crédito. Paga a dívida por Antônio, este não poderá executar Sérgio, por se tratar a fiança de contrato benéfico.
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Um jovem de dezoito anos de idade, previamente hígido e com histórico de uso eventual de álcool e tabaco, procurou a emergência de um hospital com dispneia intensa. Apresentava um quadro clínico de tosse não produtiva, mialgia, indisposição e febre (até 38,8 ºC) havia cinco dias. Ele relatou que um dia antes do início dos sintomas havia saído com os amigos, ingerido bebida alcoólica abusivamente e que também havia fumado. Informou que nenhum de seus colegas adoecera. O paciente negou doenças prévias ou viagens recentes. O exame físico revelou pressão arterial de 114 mmHg × 76 mmHg; frequência cardíaca de 108 bpm; e frequência respiratória de 32 irpm. A ausculta cardíaca revelou ritmo cardíaco regular em dois tempos com bulhas normofonéticas e sem sopros, e a ausculta pulmonar revelou estertores em bases. O restante do exame físico foi normal. A radiografia de tórax mostrou infiltrado pulmonar difuso. O eletrocardiograma, o hemograma, os exames toxicológicos, sorológicos, as enzimas cardíacas e os demais exames bioquímicos não indicaram anormalidades. O paciente evoluiu para insuficiência respiratória e precisou de ventilação mecânica. Diante disso, foi realizado o lavado broncoalveolar que evidenciou eosinofilia de 55% e neutrofilia de 15% na contagem diferencial, e resultados negativos para Gram, pesquisa de BAAR e presença de fungos.

Considerando esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.

Indica-se, para esse paciente, a inalação de prostaciclina.

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O zelador outrora contratado por empresa de vigilância que veio a falir e, portanto, teve seu contrato rescindido, instado pelo administrador do imóvel, seguiu residindo e prestando serviços em imóvel de titularidade de uma autarquia municipal. Apesar de não ocupar cargo ou emprego, recebia remuneração regularmente, nos moldes anteriormente acordados com a empresa então contratada pela Administração pública. Apurou-se, em sede de inquérito civil, que a remuneração era paga pela administradora do imóvel, empresa privada regularmente contratada pela Administração pública para prestação desses serviços em relação a esse e outros imóveis. Os recursos que eram direcionados ao zelador eram oriundos da Administração pública, que os repassava à administradora do imóvel a título de remuneração pelos serviços prestados, na forma contratada. Pela análise da situação fática descrita

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