Não se deve entender a integralidade proposta pelo SUS em toda a sua polissemia. Para o SUS, integralidade subentende a abordagem integral do indivíduo em seu ambiente, a articulação das ações de prevenção, promoção, cura e recuperação e a ampliação dos espaços de intervenção. Por outro lado, não contempla o acesso a toda tecnologia capaz de melhorar e prolongar a vida, pois implica em impasses éticos e exige tecnologias, processos e medicamentos de alto custo não fornecidos pelo SUS.