
Ainda com base no texto apresentado, julgue os itens de 56 a 61.
Entende-se por distribuição o estudo da variabilidade da freqüência das doenças de ocorrência em massa, em função de variáveis ambientais e populacionais, ligadas ao tempo e ao espaço.

Ainda com base no texto apresentado, julgue os itens de 56 a 61.
Entende-se por distribuição o estudo da variabilidade da freqüência das doenças de ocorrência em massa, em função de variáveis ambientais e populacionais, ligadas ao tempo e ao espaço.
Principalmente a partir do trabalho coordenado por Rutstein, que, reunindo opiniões de especialistas de diversas áreas, elaborou uma lista internacional de doenças consideradas evitáveis, medidas de mortalidade por causas evitáveis têm sido utilizadas como eventos sentinela, ou seja, aquelas para as quais existem tecnologias capazes de impedir sua ocorrência.
As brechas redutíveis de mortalidade (BRM) constituem uma medida de risco atribuível entre expostos.
A avaliação de tecnologias em saúde (ATS) visa subsidiar gestores, profissionais de saúde e mesmo os poderes políticos sobre a adoção ou não das mesmas, tanto no SUS quanto na Saúde Suplementar.
Avaliações de morbi-mortalidade por causas externas mostram que a obrigatoriedade do uso de cinto-de-segurança e o desarmamento são medidas que demonstraram pouca eficácia, pois a incidência de danos gerados por trânsito e armas-de-fogo continuaram aumentando após terem sido implementadas.
Os tropicalistas já utilizavam técnicas de estudos populacionais em seus estudos das endemias prevalentes no país.
Na periodização proposta pelo autor, a segunda etapa epidemiológica coincidiria com o fim do regime militar, a redemocratização e a nova constituinte, em suma, o mesmo período da criação e primeiros anos do SUS.
A nova compreensão de saúde do SUS veio ampliar e completar a racionalidade médica anteriormente existente no país, a da determinação social da doença, proposta pela saúde coletiva e pela epidemiologia.
Uma das metas da descentralização era ampliar o controle social e a participação popular no SUS, através dos conselhos e conferências de saúde, mantendo-se porém a gestão dos recursos repassados ainda com regulação central.
Identificam-se diversas peculiaridades da epidemiologia no país em sua proximidade com o SUS e seus interesses humanitários e políticos, entre elas a de ter-se tornado uma disciplina mais próxima da práxis, com distanciamento de suas bases acadêmicas e conseqüente redução da produção teórica e do número de grupos de pesquisa.