Maria já convivia desde pequena com a questão da drogadição, pois sua mãe, Sra. Joana naquela época fazia uso de substância psicoativa. Maria foi morar na rua aos 12 anos de idade. Atualmente está com 50 anos de idade, mãe de 5 filhos, trabalha esporadicamente como diarista na residência de uma família, é analfabeta, mora em uma ocupação com 4 filhos, de 5, 9, 15, 16 anos de idade. Os dois filhos menores estudam. Os filhos de 15 e 16 anos fazem uso de substância psicoativa e frequentaram a escola até o 4o ano do ensino fundamental. O filho de 18 anos saiu de casa e Maria não tem notícias deste filho.
O assistente social, compreendendo a realidade social enfrentada por essa família, a partir do contexto, conclui que
Gilberto é o chefe do Serviço Social de um CRAS. Um dia é procurado por uma estagiária de Serviço Social que lhe informa que viu os prontuários de três usuários que estavam guardados no arquivo sendo manipulados por um pedagogo. Quando indagado sobre o motivo de haver aberto a sala do Serviço Social e pego os prontuários, o pedagogo explicou que havia necessitado de uma informação que sabia constar na documentação do Serviço Social.
Gilberto explicou à estagiária que: