Quando se fala na garantia de direitos sociais e acesso da população aos serviços sociais, logo se pensa na elaboração de programas e projetos que possam viabilizar este acesso. Mas, para isso é necessário criar políticas sociais que norteiem estas ações. Assim, o termo "política social" pressupõe:
Quando se pensa no trabalho do assistente social, que aspectos mediatizam o processo de desalienação ou transição da "classe em si" para a "classe para si"?
Iamamoto (2000) afirma que, ao se falar em prática profissional, usualmente tem-se em mente o que o assistente social faz, ou seja, o conjunto de atividades que são desempenhadas pelo profissional. Ressalta, ainda, que com relação à prática profissional deve-se levar em conta seus condicionantes internos e externos que, respectivamente, são os que:
Com base na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), a Assistência Social tem o enfoque nos seguintes princípios:
Os Conselhos da Assistência Social nos âmbitos nacional, estadual e municipal são:
Segundo Iamamoto (2000), "O Assistente Social atuando na esfera das políticas públicas, das organizações e movimentos sociais pode interferir, no âmbito de sua área de competência, para ampliar a ingerência de segmentos da sociedade civil em questões que lhes são concernentes, compartilhando propostas e decisões para romper as 'caixas pretas' que guardam em segredo informações que necessitam ser difundidas junto à coletividade."
De acordo com o texto acima, o Assistente Social que se conduzir para um rumo ético-político deverá ser um profissional:
Para Faleiros (1992), numa perspectiva sociologista, um dos objetivos profissionais do Assistente Social é a:
De acordo com a Lei Orgânica da Assistência Social, a participação popular na elaboração das Políticas de Assistência Social deve ocorrer por meio de:
Entre as atribuições do Assistente Social, relativamente à sua atuação junto ao SUS, NÃO se inclui a:
De que maneira o Serviço Social interfere na reprodução da força de trabalho?