Na área da Pesquisa Social, a abordagem dialética propõe:
O Código de Ética do Serviço Social de 1986 significou uma ruptura com princípios e elementos das versões anteriores e um avanço, em dado momento histórico, na busca de uma ética que pudesse responder aos desafios da sociedade. No entanto, ele se mostrou insuficiente apresentando, entre outros, o seguinte limite:
A proposta de diretrizes curriculares para o curso de Serviço Social, elaboradas com base no currículo mínimo aprovado em 1996, apresenta três grandes núcleos que articulam o conjunto de conhecimentos necessários à qualificação profissional. Eles são:
Vários analistas no interior do Serviço Social, e mesmo fora dele, apontam o surgimento no Brasil das políticas sociais públicas de responsabilidade Estatal vinculado às seguintes variáveis:
Segundo Maria Inês de Souza Bravo e outros estudiosos, houve um período na história política brasileira em que as políticas sociais, especialmente a de Saúde, se desenvolveram a partir de uma clara opção governamental pelo privilegiamento da iniciativa privada na prestação dos serviços. Esse período foi:
O debate recente do Serviço Social acerca das relações entre Estado e sociedade civil, mediatizadas pelo chamado “terceiro setor”, tem registrado posições críticas como as de Carlos Montaño, que podem ser assim resumidas:
Ana Elisabeth Mota, ao analisar as Políticas de Trabalho no Brasil desenvolvidas a partir dos anos de 1990, ressalta uma tendência que perpassa a lógica de programas como o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e o Programa de Geração de Emprego e Renda (PROGER). Essa tendência pode ser descrita como:
Maria da Conceição Vasconcelos Gonçalves, pesquisadora na área das políticas habitacionais, considera que algumas variáveis são centrais na análise histórica desse campo das políticas públicas no Brasil:
Aldaíza Sposati chama a atenção para características históricas da Assistência Social que permaneceram se reproduzindo em seu interior, mesmo após a sua regulamentação em 1988. São elas:
Aldaíza Sposati levanta alguns problemas, também reconhecidos por outros analistas, em relação aos programas de transferência de renda e sua relação com a política de Assistência Social. Entre eles, destaca: