Na década de 80, o serviço social na área de saúde alcançou avanços na profissão tanto na produção de conhecimentos quanto no trabalho profissional. No entanto, enquanto categoria esteve desarticulado
Para desenvolver a prática, ou seja, a intervenção profissional em qualquer instituição, o assistente social necessita conhecer e compreender
A intervenção, em Serviço Social, consiste na articulação combinada de mediações, de trajetórias e estratégias de ação de diferentes atores, que se entrecruzam numa conjunção de saberes e poderes, no campo da Assistência Social. Para tanto, o Serviço Social está situado nesta dinâmica relacional e requer do profissional
Sob o ponto de vista da demanda, quando o Assistente Social é vinculado, no exercício profissional, a organismos estatais, paraestatais ou privados, ele é chamado a constituir-se no agente intelectual de "linha de frente" e a colocar-se como anteparo nas relações entre instituições e população. Cabe a ele levar o usuário a aceitar as exigências normativas da Instituição.
Esta característica peculiar da prática profissional se fundamenta na ótica do modelo de Estado
Analisando a inserção do Serviço Social no âmbito das políticas sociais, J. P. Netto (2001) observou que, tradicionalmente, o assistente social desempenhou seu papel profissional como um:
Segundo J. P. Netto (2001), a institucionalização do Serviço Social como profissão está vinculada:
Nas condições contemporâneas da atuação dos assistentes sociais nas empresas, é correto afirmar-se que a legitimação social da profissão: