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A análise das árvores de falhas – AAF, foi desenvolvida pelos Laboratórios Bell Telephone em 1962, a pedido da Força Aérea Americana, para uso no sistema do míssil balístico intercontinental Minuteman. É um método excelente para o estudo dos fatores que podem causar um evento indesejável, quer seja falha, risco principal ou catástrofe. A metodologia é representada através de uma simbologia lógica, mediante comportas lógicas AND e OR conforme se observa na figura abaixo.
De acordo com a árvore representada nessa figura, a resposta que representa a notação correspondente ao objetivo B1 é:
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Para a aplicação da metodologia de análise de riscos, por meio da árvore de falhas, é necessário determinar a probabilidade do evento topo. Nessa metodologia, é preciso, após a diagramação da árvore, transformar suas implicações lógicas em equações,
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A correta identificação de erros e condições inseguras que contribuem para a ocorrência de acidentes com lesões reais e potenciais, na qual se utiliza uma amostra aleatória estratificada de observadores-participantes, selecionados dentro de uma população, é uma metodologia aplicada à
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Suponhamos que um Técnico de Segurança do Trabalho necessite realizar um estudo de análise de riscos com o objetivo de analisar as maneiras pelas quais um equipamento ou sistema pode falhar e os efeitos que poderão advir, estimando ainda as taxas de falha e propiciando o estabelecimento de mudanças e alternativas que possibilitem uma diminuição das probabilidades de falha, aumentando a confiabilidade do sistema. Nesse caso, a ferramenta mais apropriada para o estudo é a
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Várias são as técnicas que podem ser utilizadas para a identificação de perigos numa instalação industrial. A técnica que utiliza a metodologia para a identificação desses perigos, projetada para estudar possíveis desvios (anomalias) de projeto ou na operação de uma instalação, por meio do uso apropriado de um conjunto de parâmetros estabelecidos para os processos ou pontos críticos do sistema em estudo, é denominada
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. Um profissional foi incumbido de fazer a avaliação da exposição ocupacional ao ruído a que estava submetido o técnico administrativo do laboratório de mecânica. Com base nos preceitos da Norma Regulamentadora N.º 15 (NR 15), o profissional realizou uma avaliação cobrindo todas as condições operacionais e ambientais habituais, que envolvem o trabalhador no exercício de suas funções. Os períodos de amostragens foram adequadamente escolhidos, de modo que são representativos da exposição do trabalhador.
A tabela a seguir apresenta os resultados dessa avaliação.
Sabendo que a jornada laboral do técnico administrativo do laboratório de mecânica é de 6 horas diárias, a ...
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O técnico do laboratório de química submete-se, diariamente, durante as 8 horas da sua jornada de trabalho, a um ciclo de exposição repetido continuamente, conforme dados a seguir:
Sabendo que não há exposição a carga solar direta durante esse ciclo, o do técnico do laboratório de química será de
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Um laboratório realiza a avaliação quantitativa da exposição ocupacional à sílica livre cristalina, em uma amostra coletada. No resultado da análise, observa-se que há um percentual de 30% de quartzo na amostra.
Sabendo que a coleta foi realizada seguindo os preceitos da Norma Regulamentadora N.º 15 (NR 15), e que, para tanto, utilizou-se um separador de partículas do tipo Dorr-Oliver, o Limite de Tolerância da poeira de sílica nessa amostra é
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Durante a fase de reconhecimento de riscos do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), o responsável verificou a necessidade da avaliação quantitativa da exposição ocupacional ao agente químico negro de fumo nos trabalhadores que operam as máquinas copiadoras xerográficas.
Consultando a Norma Regulamentadora N.º 15 (NR 15), vê-se que esta não apresenta um Limite de Tolerância para o negro de fumo, porém, a Norma Regulamentadora N.º 9 permite a utilização dos limites preconizados pela American Conference of Governmental Industrial Hygienists (ACGIH®). Sabendo que o limite de exposição ocupacional do negro de fumo adotado pela ACGIH® para uma jornada semanal de 40 horas é de 3,0 mg/m³; e que a jornada semanal dos trabalhadores que operam as máquinas copiadoras xerográfi...
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Para a elaboração do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) do laboratório de produção de fármacos, ficou reconhecida a necessidade da avaliação quantitativa da exposição ocupacional ao ácido fosfórico. Devido à ausência de um Limite de Tolerância na Norma Regulamentadora N.º 15 (NR 15), foram consultados os limites adotados pela American Conference of Governmental Industrial Hygienists (ACGIH®), como determina a Norma Regulamentadora N.º 9. A ACGIH® apresenta dois tipos de limites para o ácido fosfórico, sendo um do tipo Time-Weighted Average (TWA) e outro do tipo Short-Term Exposure Limit (STEL). Sabendo que o STEL adotado pela ACGIH® para o ácido fosfórico é de 3 mg/m³, o perfil de exposição a esse agente químico poderá ter, no máximo,