7001 Q113236
Química
Ano: 2007
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Biodísel é uma denominação genérica para combustíveis derivados de oleaginosas, tais como: mamona, dendê, babaçu, soja, gordura animal etc. A adição de biodísel ao dísel de origem fóssil e(ou) a substituição deste por aquele constituem uma boa alternativa de combustível para o transporte e a geração de energia elétrica. Países como Alemanha, França e Itália já possuem programas bem desenvolvidos para a produção e uso do biodísel.

A PETROBRAS investe no biodísel, que, comparado ao dísel convencional, apresenta a vantagem de ser isento de enxofre, além do balanço favorável quanto à emissão de CO 2 . O biodísel melhora a característica lubrificante do combustível. A utilização de biodísel, além de propiciar uma melhoria significativa na redução da emissão de pol...

7002 Q113234
Química
Ano: 2007
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Biodísel é uma denominação genérica para combustíveis derivados de oleaginosas, tais como: mamona, dendê, babaçu, soja, gordura animal etc. A adição de biodísel ao dísel de origem fóssil e(ou) a substituição deste por aquele constituem uma boa alternativa de combustível para o transporte e a geração de energia elétrica. Países como Alemanha, França e Itália já possuem programas bem desenvolvidos para a produção e uso do biodísel.

A PETROBRAS investe no biodísel, que, comparado ao dísel convencional, apresenta a vantagem de ser isento de enxofre, além do balanço favorável quanto à emissão de CO 2 . O biodísel melhora a característica lubrificante do combustível. A utilização de biodísel, além de propiciar uma melhoria significativa na redução da emissão de pol...

7003 Q113231
Química
Ano: 2007
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Biodísel é uma denominação genérica para combustíveis derivados de oleaginosas, tais como: mamona, dendê, babaçu, soja, gordura animal etc. A adição de biodísel ao dísel de origem fóssil e(ou) a substituição deste por aquele constituem uma boa alternativa de combustível para o transporte e a geração de energia elétrica. Países como Alemanha, França e Itália já possuem programas bem desenvolvidos para a produção e uso do biodísel.

A PETROBRAS investe no biodísel, que, comparado ao dísel convencional, apresenta a vantagem de ser isento de enxofre, além do balanço favorável quanto à emissão de CO 2 . O biodísel melhora a característica lubrificante do combustível. A utilização de biodísel, além de propiciar uma melhoria significativa na redução da emissão de pol...

7004 Q113229
Química
Ano: 2007
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Biodísel é uma denominação genérica para combustíveis derivados de oleaginosas, tais como: mamona, dendê, babaçu, soja, gordura animal etc. A adição de biodísel ao dísel de origem fóssil e(ou) a substituição deste por aquele constituem uma boa alternativa de combustível para o transporte e a geração de energia elétrica. Países como Alemanha, França e Itália já possuem programas bem desenvolvidos para a produção e uso do biodísel.

A PETROBRAS investe no biodísel, que, comparado ao dísel convencional, apresenta a vantagem de ser isento de enxofre, além do balanço favorável quanto à emissão de CO 2 . O biodísel melhora a característica lubrificante do combustível. A utilização de biodísel, além de propiciar uma melhoria significativa na redução da emissão de pol...

7005 Q113227
Química
Ano: 2007
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A figura acima mostra o cromatograma de uma separação de hidrocarbonetos de 1 a 10 carbonos por cromatografia com fase gasosa, usando-se uma coluna de dimetilpolisiloxano de 20 m × 0,18 mm × 6,0 :m. A amostra é injetada (0,5 µL) a 200 ºC, o gás de arrasto é o hélio a 19,0 cm/s e o detector é do tipo ionização em chama (FID) a 280 ºC. O forno da coluna segue uma programação na qual a coluna fica a 35 ºC durante 3 min, depois vai a 48 ºC a 2 ºC/min, em seguida a 210 ºC a 6 ºC/min, ficando nessa temperatura por 12 min. Acerca desse sistema cromatográfico, julgue os itens que se seguem.

Nesse sistema c...

7006 Q113225
Química
Ano: 2007
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A figura acima mostra o cromatograma de uma separação de hidrocarbonetos de 1 a 10 carbonos por cromatografia com fase gasosa, usando-se uma coluna de dimetilpolisiloxano de 20 m × 0,18 mm × 6,0 :m. A amostra é injetada (0,5 µL) a 200 ºC, o gás de arrasto é o hélio a 19,0 cm/s e o detector é do tipo ionização em chama (FID) a 280 ºC. O forno da coluna segue uma programação na qual a coluna fica a 35 ºC durante 3 min, depois vai a 48 ºC a 2 ºC/min, em seguida a 210 ºC a 6 ºC/min, ficando nessa temperatura por 12 min. Acerca desse sistema cromatográfico, julgue os itens que se seguem.

A coluna de dim...

7007 Q113223
Química
Ano: 2007
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A figura acima mostra o cromatograma de uma separação de hidrocarbonetos de 1 a 10 carbonos por cromatografia com fase gasosa, usando-se uma coluna de dimetilpolisiloxano de 20 m × 0,18 mm × 6,0 :m. A amostra é injetada (0,5 µL) a 200 ºC, o gás de arrasto é o hélio a 19,0 cm/s e o detector é do tipo ionização em chama (FID) a 280 ºC. O forno da coluna segue uma programação na qual a coluna fica a 35 ºC durante 3 min, depois vai a 48 ºC a 2 ºC/min, em seguida a 210 ºC a 6 ºC/min, ficando nessa temperatura por 12 min. Acerca desse sistema cromatográfico, julgue os itens que se seguem.

A separação dos...

7008 Q113221
Química
Ano: 2007
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A figura acima mostra o cromatograma de uma separação de hidrocarbonetos de 1 a 10 carbonos por cromatografia com fase gasosa, usando-se uma coluna de dimetilpolisiloxano de 20 m × 0,18 mm × 6,0 :m. A amostra é injetada (0,5 µL) a 200 ºC, o gás de arrasto é o hélio a 19,0 cm/s e o detector é do tipo ionização em chama (FID) a 280 ºC. O forno da coluna segue uma programação na qual a coluna fica a 35 ºC durante 3 min, depois vai a 48 ºC a 2 ºC/min, em seguida a 210 ºC a 6 ºC/min, ficando nessa temperatura por 12 min. Acerca desse sistema cromatográfico, julgue os itens que se seguem.

O detector FID ...

7009 Q113219
Química
Ano: 2007
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A figura acima mostra o cromatograma de uma separação de hidrocarbonetos de 1 a 10 carbonos por cromatografia com fase gasosa, usando-se uma coluna de dimetilpolisiloxano de 20 m × 0,18 mm × 6,0 :m. A amostra é injetada (0,5 µL) a 200 ºC, o gás de arrasto é o hélio a 19,0 cm/s e o detector é do tipo ionização em chama (FID) a 280 ºC. O forno da coluna segue uma programação na qual a coluna fica a 35 ºC durante 3 min, depois vai a 48 ºC a 2 ºC/min, em seguida a 210 ºC a 6 ºC/min, ficando nessa temperatura por 12 min. Acerca desse sistema cromatográfico, julgue os itens que se seguem.

Essa separação ...

7010 Q113216
Química
Ano: 2007
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Uma das determinações clássicas da volumetria é a determinação da dureza da água. Esta é geralmente devida à presença de sais de cálcio e magnésio dissolvidos e pode ser determinada por titulação complexométrica com o ácido etilenodiaminotetracético (EDTA). Com relação a essa determinação, às titulações que utilizam EDTA e à volumetria de forma geral, considerando que a sigla EGTA refere-se ao ácido etilenoglicol-bis(2- aminoetiléter)-N,N,N',N'-tetracético, julgue os itens a seguir.

Considerando que o magnésio está ausente na amostra analisada e que esta foi titulada diretamente, ou seja, que não há fator de diluição, a seguinte expressão pode ser usada corretamente para se calcular a dureza total:...