No Manual de Elaboração de Documentos Escritos produzidos pelo psicólogo (Resolução CFP Nº 007/2003) consta que no relatório psicológico deve ser colocado no identificador AUTOR/RELATOR:
No Sistema Judiciário, nas Varas Especiais da Infância e Juventude, uma equipe técnica composta por psicólogos e assistentes sociais subsidiam o juiz em seu julgamento, por meio de um saber especializado, nos casos de adolescentes infratores, sendo que cabe ao psicólogo
Tom, com vinte e três anos de idade, foi diagnosticado, desde os dezenove anos de idade, com esquizofrenia. Ele faz uso de medicação controlada e é acompanhado regularmente por psiquiatra.
Com base nessa situação hipotética, julgue os itens que se seguem, relativos a técnicas, intervenções e abordagens clínicas e a elaboração de documentos.
Se for solicitado ao psicólogo um informe psicológico relativo ao caso de Tom, o psicólogo deveria ressaltar os aspectos e as informações médicas, a fim de que o documento apresentasse um parecer técnico-científico atualizado.
No que tange à atuação do psicólogo no contexto prisional, julgue os itens a seguir.
Cabe ao psicólogo que atua no acompanhamento de pessoa em cumprimento de pena elaborar documento escrito a ser utilizado para subsidiar a decisão judicial relativa à execução de penas.
Um psicólogo está envolvido na seleção de projetos a serem financiados por uma organização. Sua participação se justificou, a princípio, pela presença de projetos na área de atenção à saúde, tópico sobre o qual ele é recorrentemente consultado pelos outros participantes da seleção. Dentre os dois projetos finalistas, inclusive, um é de autoria de um grupo de psicólogos.
Nessa situação, em termos éticos, o que deve orientar a posição do psicólogo diante do grupo que conduz a seleção?Escutar, compreender e tratar o sofrimento psíquico individual como fenômeno que traz, em si mesmo, uma experiência particular, intersubjetiva e, ao mesmo tempo, um contexto social e histórico inerente, supõe uma perspectiva de cunho
Considerando a atuação de um psicólogo em equipe multidisciplinar de saúde de um órgão público e as normas éticas e de rotina que devem ser seguidas pelos profissionais que trabalham nesse mesmo órgão, julgue os itens subsequentes.
Caso o psicólogo seja requisitado a depor em juízo, deverá conduzir seu depoimento estritamente de acordo com as normas éticas institucionais.
Considerando a atuação de um psicólogo em equipe multidisciplinar de saúde de um órgão público e as normas éticas e de rotina que devem ser seguidas pelos profissionais que trabalham nesse mesmo órgão, julgue os itens subsequentes.
Ao testemunhar que um colega da mesma equipe, de outra especialidade, age de modo negligente e discriminativo em relação a um paciente em atendimento, o psicólogo não deve se manifestar sobre o ocorrido e dedicar-se à execução de suas atividades, a não ser que a denúncia desse tipo de fato esteja prevista nas normas éticas do órgão.
Considerando a atuação de um psicólogo em equipe multidisciplinar de saúde de um órgão público e as normas éticas e de rotina que devem ser seguidas pelos profissionais que trabalham nesse mesmo órgão, julgue os itens subsequentes.
O psicólogo não deve disponibilizar para outros profissionais da equipe de saúde, que não sejam também psicólogos, quaisquer informações obtidas por ele sobre o paciente.
Considerando a atuação de um psicólogo em equipe multidisciplinar de saúde de um órgão público e as normas éticas e de rotina que devem ser seguidas pelos profissionais que trabalham nesse mesmo órgão, julgue os itens subsequentes.
Ao reconhecer limitações pessoais para progredir no atendimento a um paciente, havendo na equipe um colega com chances reconhecidas de evoluir com o trabalho, o psicólogo deve fazer o encaminhamento a esse colega sem juntar informações sobre o atendimento já realizado, de modo que o novo atendimento possa ser iniciado isento de influências ou opiniões.