681 Q878907
Psicologia
Ano: 2020
Banca: CESPE / CEBRASPE
Julgue os itens a seguir, acerca do diagnóstico, curso e prognóstico do transtorno bipolar.

I O transtorno bipolar tem como principal característica a desregulação extrema do afeto.

II O diagnóstico de um episódio maníaco deve ser ancorado em evidências de prejuízos no funcionamento psicossocial da pessoa.
III Os sintomas hipomaníacos implicam prejuízos graves ao funcionamento social, de modo que as alterações comportamentais são observadas e percebidas por outras pessoas.
IV O luto é um fator estressor significativo, mas, devido ao seu caráter situacional, é considerado critério de exclusão do transtorno bipolar.

V Episódios de recaída são frequentes no tratamento do transtorno bipolar, sendo a não adesão à medicação uma das principais justificativas...
682 Q878905
Psicologia
Ano: 2020
Banca: CESPE / CEBRASPE
Text 27A2-1
    Descontente com toda violência sofrida em casa, Jones, atualmente com 23 anos de idade, é usuário de álcool e de outras drogas desde os 12 anos de idade, idade que tinha quando fugiu de casa. Com histórico de alcoolismo, o pai agredia verbalmente e fisicamente todos em casa.       Segue o relato de Jones: Meu pai fazia uns bicos na rua enquanto minha mãe cuidava da casa, de mim e dos meus irmãos. Era pra sustentar a gente… Eu sei. Mas ele bebia todos os dias. Saía do trabalho e ia direto para o bar. Minha mãe fingia que não ligava. Ela nunca teve coragem de sair de casa por nossa causa. Ao menos, ‘a gente tinha o que comer’, era o que ela dizia. Mas eu cansei de toda essa situação. Disse a ela que daria um jeito de trabalhar para conseguir sobreviver e dar o que comer a ...
683 Q878903
Psicologia
Ano: 2020
Banca: CESPE / CEBRASPE
Text 27A2-1
    Descontente com toda violência sofrida em casa, Jones, atualmente com 23 anos de idade, é usuário de álcool e de outras drogas desde os 12 anos de idade, idade que tinha quando fugiu de casa. Com histórico de alcoolismo, o pai agredia verbalmente e fisicamente todos em casa.       Segue o relato de Jones: Meu pai fazia uns bicos na rua enquanto minha mãe cuidava da casa, de mim e dos meus irmãos. Era pra sustentar a gente… Eu sei. Mas ele bebia todos os dias. Saía do trabalho e ia direto para o bar. Minha mãe fingia que não ligava. Ela nunca teve coragem de sair de casa por nossa causa. Ao menos, ‘a gente tinha o que comer’, era o que ela dizia. Mas eu cansei de toda essa situação. Disse a ela que daria um jeito de trabalhar para conseguir sobreviver e dar o que comer a ...
684 Q834556
Psicologia
Ano: 2018
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Luiz, 4 anos de idade, acompanhado de sua mãe, compareceu ao ambulatório de saúde mental infanto-juvenil de sua região. A mãe relatou que havia vindo ao ambulatório a pedido da escola, que diz não saber mais como lidar com a criança. “Eles dizem que meu filho não para quieto, não realiza as atividades e não se importa com as outras crianças. Passa boa parte do recreio sozinho, brincando de trem. A professora afirma que ele não brinca nem quer outra coisa…só o bendito desse trem. E disse também que tudo dele é pintado com a cor vermelha. Por vezes, parece que não escuta. Fica no mundo dele. Não reconhece nem as letras do próprio nome” (sic). De acordo com a mãe, esses comportamentos divergem significativamente daqueles que comparecem no âmbito familiar. “Meu filho não parece...

685 Q834425
Psicologia
Ano: 2018
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Luiz, 4 anos de idade, acompanhado de sua mãe, compareceu ao ambulatório de saúde mental infanto-juvenil de sua região. A mãe relatou que havia vindo ao ambulatório a pedido da escola, que diz não saber mais como lidar com a criança. “Eles dizem que meu filho não para quieto, não realiza as atividades e não se importa com as outras crianças. Passa boa parte do recreio sozinho, brincando de trem. A professora afirma que ele não brinca nem quer outra coisa…só o bendito desse trem. E disse também que tudo dele é pintado com a cor vermelha. Por vezes, parece que não escuta. Fica no mundo dele. Não reconhece nem as letras do próprio nome” (sic). De acordo com a mãe, esses comportamentos divergem significativamente daqueles que comparecem no âmbito familiar. “Meu filho não parece...

686 Q832096
Psicologia
Ano: 2018
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Nanda, de 5 anos de idade, chegou ao ambulatório de saúde mental de sua região acompanhada de sua mãe e seu padrasto para avaliação. A mãe relatou que a criança passa a semana com o pai e que usufrui apenas dos finais de semana com a filha, de acordo com determinação judicial. A genitora alega histórico de agressões pelo ex-companheiro, desde a gestação. Nanda presenciou vários dos “ataques de fúria” do pai, de acordo com relato da mãe. A mãe declarou ter tido depressão pós-parto e crises de ansiedade, não tratadas. “Desde que me entendo por gente, sou triste. Quando Nanda nasceu, eu não tinha condição nenhuma de cuidar dela. Precisei ser internada. Tomei medicação enquanto estive no hospital. Depois que recebi alta, não voltei mais. Os remédios me deixavam dopada. Consegui ...

687 Q832095
Psicologia
Ano: 2018
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Luiz, 4 anos de idade, acompanhado de sua mãe, compareceu ao ambulatório de saúde mental infanto-juvenil de sua região. A mãe relatou que havia vindo ao ambulatório a pedido da escola, que diz não saber mais como lidar com a criança. “Eles dizem que meu filho não para quieto, não realiza as atividades e não se importa com as outras crianças. Passa boa parte do recreio sozinho, brincando de trem. A professora afirma que ele não brinca nem quer outra coisa…só o bendito desse trem. E disse também que tudo dele é pintado com a cor vermelha. Por vezes, parece que não escuta. Fica no mundo dele. Não reconhece nem as letras do próprio nome” (sic). De acordo com a mãe, esses comportamentos divergem significativamente daqueles que comparecem no âmbito familiar. “Meu filho não parece...

688 Q826721
Psicologia
Ano: 2018
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
O consumo abusivo de drogas é um fenômeno complexo, como são em geral os fenômenos de saúde e da assistência, o que requer como estratégia o envolvimento de instituições com objetivos comuns, porém com ações que partem de campos distintos. Algo novo é então construído nessa relação, trazendo mudanças a todas as instituições relacionadas. Trata-se da estratégia de:
689 Q826646
Psicologia
Ano: 2018
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Nanda, de 5 anos de idade, chegou ao ambulatório de saúde mental de sua região acompanhada de sua mãe e seu padrasto para avaliação. A mãe relatou que a criança passa a semana com o pai e que usufrui apenas dos finais de semana com a filha, de acordo com determinação judicial. A genitora alega histórico de agressões pelo ex-companheiro, desde a gestação. Nanda presenciou vários dos “ataques de fúria” do pai, de acordo com relato da mãe. A mãe declarou ter tido depressão pós-parto e crises de ansiedade, não tratadas. “Desde que me entendo por gente, sou triste. Quando Nanda nasceu, eu não tinha condição nenhuma de cuidar dela. Precisei ser internada. Tomei medicação enquanto estive no hospital. Depois que recebi alta, não voltei mais. Os remédios me deixavam dopada. Consegui ...

690 Q826645
Psicologia
Ano: 2018
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Nanda, de 5 anos de idade, chegou ao ambulatório de saúde mental de sua região acompanhada de sua mãe e seu padrasto para avaliação. A mãe relatou que a criança passa a semana com o pai e que usufrui apenas dos finais de semana com a filha, de acordo com determinação judicial. A genitora alega histórico de agressões pelo ex-companheiro, desde a gestação. Nanda presenciou vários dos “ataques de fúria” do pai, de acordo com relato da mãe. A mãe declarou ter tido depressão pós-parto e crises de ansiedade, não tratadas. “Desde que me entendo por gente, sou triste. Quando Nanda nasceu, eu não tinha condição nenhuma de cuidar dela. Precisei ser internada. Tomei medicação enquanto estive no hospital. Depois que recebi alta, não voltei mais. Os remédios me deixavam dopada. Consegui ...