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Q1061096
No que se refere aos aspectos conceituais, segundo Azevedo e Crepaldi (2016), o acompanhamento psicológico hospitalar visa facilitar a adaptação e enfrentamento das situações vivenciadas pelo paciente hospitalizado, assim como prioriza a tríade:
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Q1060822
Considerando que a psicologia no contexto hospitalar é um importante campo de atuação do(a) psicólogo(a) da saúde (Stenzel, Paranhos e Ferreira, 2012), numere a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando as intervenções da psicologia às respectivas unidades hospitalares.
(1) Unidade de terapia intensiva. (2) Unidade de emergência e urgência. (3) Unidade de oncologia.
( ) Atendimento psicológico após o diagnóstico da doença.
( ) Atendimento a paciente monitorado e isolado.
( ) Atendimento a paciente vítima de acidentes.
( ) Atendimento psicológico para o enfrentamento da doença.
( ) Atendimento a paciente que atentou contra a própria vida.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses da segunda coluna, de cima para baixo, é
(1) Unidade de terapia intensiva. (2) Unidade de emergência e urgência. (3) Unidade de oncologia.
( ) Atendimento psicológico após o diagnóstico da doença.
( ) Atendimento a paciente monitorado e isolado.
( ) Atendimento a paciente vítima de acidentes.
( ) Atendimento psicológico para o enfrentamento da doença.
( ) Atendimento a paciente que atentou contra a própria vida.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses da segunda coluna, de cima para baixo, é
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Q1060522
Na prática profissional, quando um psicólogo é incumbido de realizar uma interconsulta em hospital, com a finalidade de auxiliar profissionais de outras áreas a lidarem com uma situação emocional emergente que atingiu um de seus pacientes, a primeira etapa de seu trabalho é
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Q1060518
Quando um psicólogo que atua em uma instituição hospitalar precisa comunicar a um paciente um diagnóstico sombrio, especialmente os que estão associados a pouca chance ou tempo de sobrevivência, é importante que ele
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Q1060470
No Brasil, a Psicologia da Saúde foi desenvolvida inicialmente no contexto hospitalar, sendo que apenas a partir da década de 90, a mesma ampliou seu âmbito de atuação, realizando estudos e intervenções em outros contextos, nos quais se trabalhava com a saúde dos indivíduos e comunidades, como Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Programas de Saúde da Família (PSF's). Essa origem ainda hoje marca a Psicologia da Saúde, levando inclusive a certa confusão entre essas duas áreas da Psicologia - Psicologia Hospitalar e Psicologia da Saúde (Teixeira, 2004). A Psicologia Hospitalar é uma subárea da Psicologia da Saúde, com necessidade de uma intervenção precisa e adequada em um ambiente acostumado a raciocinar com base em evidências, dada a predominância do ...
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Q1060190
Apesar de haver um maior número de profissionais na área hospitalar, ainda persiste uma série de dificuldades. A própria inserção da(o) psicóloga(o) na unidade institucional é uma delas. Outra dificuldade ainda é a deficiência do instrumental teórico necessário para atuação nessa área específica desde a formação universitária. Até agora, muitas universidades não têm em sua grade curricular a Psicologia Hospitalar. Com a atualização das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Psicologia, aprovada em 2004, e com a publicação da Resolução do Conselho Nacional de Saúde, nº 597, de 13 de setembro de 2018, acredita-se que gradativamente esse cenário se modificará. Atualmente, muitos hospitais dão preferência a contratar psicólogas(os) que tenham o curso de especialização em Psicolog...
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Q1060186
Segundo Simonetti (2004, p. 15), a Psicologia Hospitalar corresponde ao “campo de entendimento e tratamento dos aspectos psicológicos em torno do adoecimento”. Ao apontar os aspectos psicológicos da doença como objeto da Psicologia hospitalar, Simonetti (2004) faz uma transposição da questão de possíveis causas psicológicas da doença para a subjetividade presente em toda e qualquer doença. Dessa forma, entende a doença em sua dimensão biopsicossocial, de forma interdependente e inter-relacionada, com toda complexidade que lhe é inerente. A partir desse ponto de vista, toda doença é psicossomática. Essa visão holística “oferece caminhos para uma prática na promoção de saúde mais voltada para o paciente – portanto, menos voltada para o sintoma ou para a doença” (RODRIGUES; FRANÇA, 2010, p. ...
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Q1059954
Alexandra, 3 anos, foi levada por sua mãe, Rebeca, para o hospital, pois teria apresentado sonolência excessiva, dor abdominal e sangramentos nasais. Após cuidadosa avaliação e acompanhamento da criança, verificou-se que a mãe da menina estaria injetando medicamentos na filha, que foram a razão do surgimento dos sintomas de Alexandra.
A dinâmica em análise é compatível com os sintomas de:
A dinâmica em análise é compatível com os sintomas de:
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Q1059446
Segundo Simonetti (2016, p. 33), “diagnosticar é o instante de ver, seguido pelo tempo de entender que leva ao momento de intervir, não necessariamente nessa ordem, mas necessariamente interligados. A principal razão pela qual os diagnósticos são feitos é eles facilitarem o tratamento, de modo que diante de um diagnóstico bem feito a melhor estratégia terapêutica se evidencie, naturalmente, na mente do psicólogo bem treinado. As outras razões são a pesquisa científica e a comunicação entre os profissionais. Em medicina, diagnóstico é o conhecimento da doença por meio de seus sintomas, enquanto na psicologia hospitalar o diagnóstico é o conhecimento da situação existencial e subjetiva da pessoa adoentada em sua relação com a doença. Sendo assim, na psicologia hospitalar não diagnosticamos ...
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Q1059443
Em abril de 2019, foi publicada, no Diário Oficial da União, a Resolução CFP nº 006/2019, que instituiu regras para a elaboração de documentos escritos produzidos pela(o) psicóloga(o) no exercício profissional. No que tange ao Laudo Psicológico, marque a alternativa que indica CORRETAMENTE seu conceito e finalidade.