A terapia cognitiva emprega técnicas cognitivas e comportamentais cuja escolha deve ser feita a partir da conceitualização cognitiva de cada caso. A técnica utilizada quando uma das distorções predominantes é o pensamento dicotômico; em que o terapeuta constrói um gráfico linear de 0 a 100% para a característica avaliada, em termos de tudo ou nada; na qual o terapeuta solicita que o paciente compare seu desempenho com o de outros indivíduos, posicionando-se no gráfico, corresponde à técnica denominada
Na avaliação de aspectos da personalidade de um indivíduo, levam-se em conta vários fatores, entre eles, a rigidez ou ineficiência do superego, que se refere a
A abordagem junguiana define a disposição introvertida como a que
O modelo piagetiano do desenvolvimento humano propõe períodos que são caracterizados pelo aparecimento de novas qualidades do pensamento, interferindo no desenvolvimento global. O período de operações concretas se dá dos
Erik H. Erikson procura compreender a adolescência em uma análise completa do ciclo vital, propondo a existência de crises psicossociais de desenvolvimento. A crise psicossocial que corresponde à fase genital esperada por Freud na adolescência denomina-se
O pensamento sistêmico e a cibernética como eixos norteadores da prática da terapia familiar destacam
Na prática terapêutica de posição pós-moderna e construcionista social, para compreender dilemas humanos não cabem diagnósticos essencialistas e centrados
Na visão sistêmica da dependência química, em relação ao surgimento do abuso de drogas, acredita-se que a família tem um papel de
O grande estudioso do abuso sexual infantil, Tilman Furniss, explica o estereótipo da “criança sedutora” (que seduz o pai e aprecia o abuso), da seguinte maneira:
Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais DSM-IV-TR, a característica essencial do Transtorno Desintegrativo da Infância (299.10) consiste