No que tange às relações senhor-escravo na América portuguesa, o historiador Eduardo Silva observou: "A longa experiência colonial, no tocante às formas básicas de relacionamento, tem sido sintetizada através de uma dicotomia que permanece extremamente forte em nossa mentalidade coletiva. De um lado, Zumbi de Palmares, a ira sagrada, o treme-terra; de outro, Pai João, a submissão conformada. (...) Na verdade, escravos e senhores manipulam e transigem no sentido de obter a colaboração um do outro; buscam ⎯ cada qual com os seus objetivos, recursos e estratégias ⎯ os 'modos de passar a vida', como notou Antonil." Os estudos que nos últimos anos têm se afinado com as considerações feitas por Eduardo Silva procuram:
A percepção dos problemas dos mundos do trabalho é um dos elementos básicos para a compreensão do tempo presente. Sabe-se que, sobretudo a partir dos anos 1980, processaram-se transformações fundamentais que levaram alguns autores a considerar a emergência de um "modelo flexível" de acumulação capitalista. No que tange aos processos e mercados de trabalho, a chamada flexibilização tem envolvido:
"As fontes audiovisuais (cinema, fotografia), sonoras (fonogramas musicais, registros radiofônicos) e orais (depoimentos vivos) se juntaram às tradicionais e cultuadas fontes escritas, acrescidas, por sua vez, do vasto material produzido pela imprensa diária." (Napolitano, 2003). A afirmação acima refere-se fundamentalmente:
"A formação econômica de Santa Catarina só pode ser entendida dentro do contexto da formação econômica do Brasil. O ano de 1850 marca o fim do tráfico de escravos e a promulgação da Lei de Terras. Com o intuito de ampliar o mercado de trabalho, demarcar terras e, em menor escala, promover o 'branqueamento da raça', estimulou-se a imigração européia para a região cafeeira e para o Brasil meridional." (Goulart Filho, 2002). Assim, em Santa Catarina o estímulo à vinda de imigrantes europeus, na segunda metade do século XIX, esteve associado:
"Pesquisadores, professores e alunos estão mergulhados, hoje, num elevado nível de informação proveniente do mundo inteiro, transmitida por poderosos aparelhos de comunicação de massa. Assim, no atual contexto, não é mais possível uma atitude de omissão, negação ou mesmo de desprezo por parte do professor em relação à imprensa periódica. A ele cabe o papel de decodificador de mensagens e informações, incorporando-as ao processo de ensino e aprendizagem, no dia-a-dia da sala de aula." (Fonseca, 2003). Quanto à relação entre mídia impressa e educação, pode-se afirmar que:
Considerando que a busca de um ensino de história que estimule a autonomia e proporcione a produção de conhecimento, por parte dos alunos, envolve a promoção de formas de avaliação pertinentes, é INCORRETO afirmar que:
Em relação à temas e conteúdos escolhidos, atividades propostas e materiais didáticos selecionados, é importante que o professor de História:
No processo de avaliação é importante considerar uma série de critérios, mais abrangentes ou mais específicos, e dentre eles assinalamos
"A questão do tempo é fundamental no ensino da História. Para os estudiosos que se dedicam a entendê-lo, existe uma série de questões a serem consideradas", entre elas destacamos: