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Embora a Legislação brasileira estabeleça que a floresta amazônica deva ser explorada sob o princípio do rendimento sustentável, falta definir intensidades de exploração que sejam economicamente viáveis e ecologicamente aceitáveis, e isso é determinado pelo ritmo de crescimento de cada espécie, que depende de:
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As florestas tropicais úmidas são caracterizadas, especialmente, pela alta diversidade, favorecendo grande quantidade e variedade de produtos, principalmente madeireiros. Outra característica da floresta é o fato de uma grande parte (aproximadamente 45%) das espécies arbóreas ocorrer em baixíssima densidade, com menos de um indivíduo por hectare. Alguns métodos de tratamentos silviculturais podem ser utilizados para favorecer o crescimento e aumentar a densidade das espécies selecionadas para serem beneficiadas. Pesquisas têm mostrado que o crescimento pode ser duplicado em relação à floresta explorada e não-tra...
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O setor madeireiro é o segundo mais importante da economia do Estado do Pará, ficando atrás do setor de minérios, em termos de valor da produção bruta. Entretanto, a empresa que não tiver área própria para explorar nos próximos anos, ou não conseguir áreas através das concessões florestais a serem feitas pelo Governo, terá dificuldades para sobreviver, principalmente porque seus lucros já não são tão altos como foram em anos passados. A solução para melhorar os índices de lucratividade das empresas madeireiras da região é:
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O monitoramento do crescimento e da regeneração natural em florestas tropicais constitui-se uma ferramenta valiosa para o silvicultor planejar a utilização da floresta. Os dados oriundos dessa atividade são fundamentais para se estabelecer a quantidade limite de matéria-prima a ser colhida anualmente, possibilitando uma produção sustentável. É correto afirmar que o monitoramento do crescimento da floresta:
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No estudo da estrutura das florestas, parâmetros dendrométricos são analisados, entre os quais a dominância das espécies, que é definida como sendo a medida da projeção total do corpo da planta no solo. A dominância das espécies é determinada por meio do cálculo da área basal, ou seja, da soma das áreas transversais das plantas de uma determinada espécie. A área transversal da árvore é determinada pela fórmula:
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Diversos modelos matemáticos têm sido testados para gerar equações, tanto de simples como de dupla entrada, para calcular o volume de árvores em inventários realizados em florestas naturais na Amazônia. Porém, devido à dificuldade encontrada para medir as alturas das árvores, o engenheiro florestal está optando pelo uso de equações que consideram:
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O mogno (Swietenia macrophylla King) é uma das espécies de madeira mais valiosas do mundo. O seu plantio é alternativa para produção comercial. Entretanto, há um fator limitante para o estabelecimento de plantios de mogno na região amazônica, que é o ataque da "broca-do-mogno", que levou ao abandono e ao fracasso vários plantios puros dessa espécie, não apenas na região amazônica, mas em todo o continente americano. Cientificamente, a "broca-do-mogno" foi identificada por Zeller pelo nome:
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Como a meta de "zero incêndio" em uma área florestal é inatingível e, como por mais bem implantadas que sejam as técnicas da silvicultura preventiva, elas, apesar de reduzirem sensivelmente, não evitam totalmente a propagação do fogo, os empreendimentos florestais NÃO podem prescindir de:
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A tendência atual na área de controle de incêndios florestais é valorizar as técnicas da silvicultura preventiva e, ao mesmo tempo, utilizar as campanhas de educação ambiental para conscientizar as pessoas sobre o problema dos incêndios florestais. A silvicultura preventiva pode ser definida como: