80751 Q938964
Odontologia Cirurgia Maxilofacial. Acidentes e Complicações.
Ano: 2023
Banca: OBJETIVA
As fraturas Le Fort são um grupo de padrões de fratura da face média classificados em 3 tipos: Le Fort I, II e III. As fraturas de Le Fort representam 10% - 20% de todas as fraturas faciais e podem ser causadas por qualquer trauma contuso significativo na face, mais frequentemente por acidentes com veículos motorizados. Qual(is) tipo(s) de fratura Le Fort envolve(m) fratura transmaxilar (também conhecida como fratura de Guerin) com a interrupção óssea da zona superior ao processo alveolar maxilar, abrangendo o corpo do septo nasal e podendo envolver as placas pterigóides do osso esfenoidal?
80752 Q938963
Odontologia Cirurgia Maxilofacial. Acidentes e Complicações.
Ano: 2023
Banca: OBJETIVA
Os traumatismos de face, seja qual for a idade, invocam uma excessiva atenção dos que os atendem, principalmente infantil, pois a sua chegada no serviço de emergência é dramática e preocupante (MELO et al., 2003). As principais causas dos traumatismos faciais são quedas, acidentes de trânsito, acidentes domésticos, agressões físicas, agressões por animais e acidentes desportivos. No caso de traumatismos de face em crianças, as regiões dos ossos da face mais atingidas são:
80753 Q938962
Odontologia Cirurgia Maxilofacial. Acidentes e Complicações.
Ano: 2023
Banca: OBJETIVA
As fraturas de órbita em crianças são raras devido, principalmente, à maleabilidade óssea, por haver grande quantidade de água no tecido ósseo. Muito frequentemente, essa injúria está associada com injúria neuro-cranial. Quando ocorrem as fraturas de órbita em crianças, qual é o principal sintoma e sinal, respectivamente?
80754 Q938961
Odontologia Cirurgia Maxilofacial. Acidentes e Complicações.
Ano: 2023
Banca: OBJETIVA
Os traumatismos podem ocorrer em diferentes localizações da face, uma vez que dependem do tipo de injúria, da direção e da força do impacto. É importante saber que, para o sucesso do tratamento do trauma, o fator tempo, muitas vezes, é determinante. Quando o arcabouço facial é fraturado, o objetivo do tratamento é promover uma rápida reparação do tecido ósseo, restabelecer o contorno anatômico e a estética facial e devolver as funções nasal, ocular e mastigatória. Existem princípios básicos no tratamento de fraturas faciais, entre eles: redução da fratura, fixação e contenção dos fragmentos, imobilização dos segmentos ou reestabelecimento da oclusão. A partir disso, qual é o princípio importante para manter a melhor condição fisiológica para a regeneração óssea, impedindo que os micromovi...
80755 Q938960
Odontologia Cirurgia Maxilofacial. Acidentes e Complicações.
Ano: 2023
Banca: OBJETIVA
Na fratura facial, pode-se ocorrer a fratura nasal. Nessa fratura, a simetria do nariz deve ser avaliada. Faz-se a palpação do dorso e raiz nasal para verificar sua integridade anatômica. Com um espéculo nasal, pode-se observar o aspecto da cavidade nasal e facilitar a visualização de lacerações importantes e a necessidade de sutura para contenção do sangramento. O trauma nasal provoca sangramento abundante. A realização de um tamponamento nasal anterior pode ser necessária. Contudo, antes do tamponamento, é necessário descartar a fratura da:
80756 Q938959
Odontologia Cirurgia Maxilofacial. Acidentes e Complicações.
Ano: 2023
Banca: OBJETIVA
As fraturas em mandíbula são classificadas de acordo com a localização anatômica do traço de fratura. Essas podem se localizar no corpo da mandíbula, na região de sínfise mandibular, na região parassinfisária, em ângulo mandibular, em ramo mandibular, em processo coronoide, em côndilo mandibular. Em relação aos sintomas de um paciente com fratura de mandíbula, assinalar a alternativa CORRETA:
80757 Q938958
Odontologia Cirurgia Maxilofacial. Acidentes e Complicações.
Ano: 2023
Banca: OBJETIVA
Paciente do sexo masculino, leucoderma, 30 anos, vítima de acidente automobilístico, internando no Hospital Pimentas, foi encaminhado para avaliação no Complexo Hospitalar Padre Bento, de Guarulhos. Ao exame clínico, apresentou edema em face, equimose infraorbitária bilateral, trismo, mobilidade da maxila (afundamento); ao exame de imagem, pode constatar as fraturas. A fratura apresentava uma dissociação da maxila, os ossos nasais e o septo nasal da base de crânio. A linha de fratura se estende da sutura nasofrontal, via fronto-maxilar, sutura através do osso lacrimal para o assoalho de órbita, tendo a integridade da órbita destruída. A partir daí, ela se estende através da margem infra-orbitária, via parede anterior do seio maxilar à crista zigomático-alveolar. A fratura continua ao long...
80758 Q938957
Odontologia Traumatismos Dentários Dentes Decíduos Dentes Permanentes
Ano: 2023
Banca: OBJETIVA
Os traumas dentários, principalmente aqueles que envolvem os dentes anteriores, influenciam a função e a estética do indivíduo, afetando seu comportamento. É uma ocorrência que, além da dentística e endodontia, pode envolver outras especialidades odontológicas, tais como cirurgia, periodontia, prótese e ortodontia. Dessa forma, pode-se concluir que o tratamento é complexo, e o prognóstico, muitas vezes, duvidoso. Como é classificado o traumatismo caracterizado pelo completo deslocamento do dente de seu alvéolo, acarretando danos às estruturas de suporte e ao feixe vásculo-nervoso?
80759 Q938956
Odontologia Traumatismos Dentários Dentes Decíduos Dentes Permanentes
Ano: 2023
Banca: OBJETIVA
Os traumas dento-alveolares assumem um papel muito importante dentro da sociedade, causando um impacto grandioso na qualidade de vida das pessoas que são acometidas. Considerando-se o assunto, são fatores etiológicos que predispõem a ocorrência de traumatismo dental:
I. Paciente com acentuada protrusão maxilar. II. Prática de esportes de íntimo contato. III. Uso de aparelho ortodôntico. IV. Problemas oclusais (parafuncionais ou não). V. Dificuldades motoras.

Estão CORRETOS: 
80760 Q938955
Odontologia Odontopediatria Traumatismos Dentários Dentes Decíduos
Ano: 2023
Banca: OBJETIVA
As fraturas faciais em crianças exibem características importantes no que tange à prevalência, ao diagnóstico e ao tratamento, o que implica ser o trauma facial infantil objeto de atenção especial no que diz respeito às condições psicológicas e fisiológicas, próprias da idade. A prevalência de fraturas faciais na criança é baixa, variando de 1,4 a 10% do total de fraturas faciais, sendo, abaixo dos cinco anos, de 0,7 a 1,2%. Assinalar a alternativa que explica a baixa prevalência das fraturas faciais em crianças: