719551 Q229754
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Estudos epidemiológicos relatam taxas de prevalência de transtorno do pânico durante a vida de 1,5% a 5%. A esse respeito, julgue os itens seguintes.

A agorafobia sem história de pânico geralmente não é tão incapacitante quando comparada com aquela associada ao pânico.

719552 Q229752
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Com relação ao transtorno obsessivo compulsivo (TOC), julgue os itens a seguir.

As neuroimagens de pacientes com diagnóstico de TOC mostram alterações de função no circuito entre o córtex orbitofrontal, o caudado e o tálamo.

719553 Q229751
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Com relação ao transtorno obsessivo compulsivo (TOC), julgue os itens a seguir.

A maioria dos pacientes portadores de TOC tem traços obsessivos pré-mórbidos, que são suficientes para o diagnóstico desse transtorno.

719554 Q229749
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Com relação ao transtorno obsessivo compulsivo (TOC), julgue os itens a seguir.

O benefício terapêutico dos inibidores de recaptação de serotonina no tratamento do TOC ocorre, em geral, entre 8 e 16 semanas. O resultado é melhor ainda quando combinado com terapia comportamental.

719555 Q229746
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Segundo o DSM IV – TR, o diagnóstico de transtorno delirante é feito quando um indivíduo exibe delírios não bizarros por, pelo menos, um mês e não atribuídos a outro transtorno psiquiátrico. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.

Os pacientes com transtorno delirante não têm alucinações proeminentes, e as alucinações táteis ou olfativas podem estar presentes se forem consistentes com o delírio.

719556 Q229744
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Segundo o DSM IV – TR, o diagnóstico de transtorno delirante é feito quando um indivíduo exibe delírios não bizarros por, pelo menos, um mês e não atribuídos a outro transtorno psiquiátrico. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.

Delírios no início do curso de um processo demencial pode sugerir um transtorno delirante, sendo fundamental a avaliação cognitiva para o diagnóstico diferencial.

719557 Q229742
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Segundo o DSM IV – TR, o diagnóstico de transtorno delirante é feito quando um indivíduo exibe delírios não bizarros por, pelo menos, um mês e não atribuídos a outro transtorno psiquiátrico. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.

Pacientes com delírios de natureza persecutória, somáticos e eróticos costumam ter pior prognóstico do que aqueles com delírios de grandeza ou ciúme. Até 30% dos pacientes portadores de transtorno delirante não exibem mudança, apesar do tratamento.

719558 Q229740
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Quanto aos transtornos do humor, julgue os itens subsequentes.

O estresse psicossocial pode ter papel relevante na causa inicial do transtorno do humor, porém, mesmo resolvido o episódio inicial, uma modificação duradoura na biologia do cérebro coloca o paciente em risco elevado para episódios subsequentes. Nesse caso, o transtorno depressivo maior tende a ser crônico e o paciente costuma ter recaídas.

719559 Q229739
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Quanto aos transtornos do humor, julgue os itens subsequentes.

Pacientes com transtorno do humor tipo I têm prognóstico melhor que aqueles com transtorno depressivo maior, por apresentarem melhor resposta aos antidepressivos.

719560 Q229736
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Quanto aos transtornos do humor, julgue os itens subsequentes.

Em determinados pacientes, o transtorno distímico muitas vezes coexiste com outros transtornos, especialmente o transtorno depressivo maior. Nesses pacientes, há maior probabilidade de remissão completa entre os episódios, tendo, portanto, melhor prognóstico.