Língua Portuguesa
Interpretação de Textos
Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano:
2023
Banca:
UPENET/IAUPE
Observe o fragmento de texto abaixo: “Um estudo realizado em Harvard mostrou que relacionamentos satisfatórios protegem não só a saúde física mas também o cérebro.” Sobre esse fragmento, é CORRETO afirmar que
Língua Portuguesa
Interpretação de Textos
Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano:
2023
Banca:
UFPR
Leia o que dizem Marcuschi e Dionísio sobre o trabalho com a oralidade: “Em si não haveria necessidade de justificar o trabalho com a oralidade em sala de aula, pois parece natural que isso deva ocorrer. O espantoso é que se tenha demorado tanto para chegar a esse reconhecimento. O que deveria ser explicado é o escândalo da ausência, e não a estranheza da presença do trabalho com a oralidade na sala de aula, ao lado do trabalho com a escrita.” MARCUSCHI, L. A.; DIONÍSIO, A. P. Princípios gerais para o tratamento das relações entre a fala e a escrita. In: MARCUSCHI, L. A.; DIONÍSIO, A. P. (org.). Fala e escrita. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. p. 8. Com relação ao trabalho com gêneros orais em sala de aula, é correto afirmar que:
Língua Portuguesa
Interpretação de Textos
Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano:
2023
Banca:
UFPR
Dentro do estudo da coerência, encontram-se as estruturas cognitivas. Para Koch e Travaglia (1999): “O processo de armazenamento na memória não ocorre de forma isolada, sua organização e representação na mente são realizadas através de unidades completas de conhecimentos estereotipados, denominados conceitos e modelos cognitivos globais. […]” KOCH, I.V. & TRAVAGLIA, L.C. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 1999. Um dos modelos cognitivos citados pelos autores é conhecido por frames. Frames:
Língua Portuguesa
Gêneros Textuais
Interpretação de Textos
Tipologia Textual
Ano:
2023
Banca:
UFPR
Segundo Marcuschi (2002, p. 25), “em geral, a expressão ‘tipo de texto’, muito usada nos livros didáticos e no nosso dia a dia, é equivocadamente empregada e não designa um tipo, mas um gênero de texto”. MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, A. P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. (org.). Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2002. Acerca da caracterização de gênero e de tipo textual, assinale a alternativa correta.