
Em relação ao texto I acima, julgue (C ou E) os itens seguintes.
Em língua portuguesa, as expressões “estar entre aspas” e “viver entre parênteses” equivalem-se, pois ambas significam um estado de suspensão ou de espera diante de acontecimentos.
Em relação ao texto I acima, julgue (C ou E) os itens seguintes.
Em língua portuguesa, as expressões “estar entre aspas” e “viver entre parênteses” equivalem-se, pois ambas significam um estado de suspensão ou de espera diante de acontecimentos.
Em relação ao texto I acima, julgue (C ou E) os itens seguintes.
A autora do texto estabelece forte oposição entre “ser” e “nãoser”, optando pelo último, uma vez que “ser” poderia aproximá-la de uma forma aparente e mentirosa para a qual não se encontra preparada.
Em relação ao texto I acima, julgue (C ou E) os itens seguintes.
A sentença “Eu era a imagem do que não era” (l.15) expressa um paradoxo ou oximoro.
Em relação ao texto I acima, julgue (C ou E) os itens seguintes.
Entre as funções das aspas, está a de salientar o sentido figurado de uma expressão, isolando na frase o termo desejado. Clarice Lispector se vale desse recurso ao explicar que sempre conservou “uma aspa à esquerda e outra à direita de mim” (l.4), além de se declarar satisfeita em projetar “Essa imagem de mim entre aspas” (l.14).
Em relação ao poema acima, julgue (C ou E) os itens subsequentes.
Em “aposto no oposto de meu sim” (v.14), a função da palavra “aposto”, tal como se lê no verso, é especificar ou explicar um elemento do texto.
Em relação ao poema acima, julgue (C ou E) os itens subsequentes.
O autor estabelece uma oposição entre “linha flexível” (v.8) e “linha anônima” (v.13) para demonstrar que a autoria do poema é indeterminada ou questionável.
Em relação ao poema acima, julgue (C ou E) os itens subsequentes.
Para reforçar as noções do combate contra si mesmo e da consciência de “um murmúrio clandestino” (v.9), o autor evita a utilização de rimas.
Em relação ao poema acima, julgue (C ou E) os itens subsequentes.
No verso “num Antônio antônimo de mim” (v.16), o poeta explora o fato de que tanto “Antônio” quanto “antônimo” compartilham a mesma raiz etimológica, que indica oposição, como em antissemita e antialérgico.
Em relação aos textos I e II, julgue (C ou E) os itens a seguir.
Tal como o eu lírico do poema (texto II), a narradora do texto I está envolvida com a autoria do texto literário, como evidencia o trecho “‘não ser’ era a minha maior aproximação da verdade” (l.18).
Em relação aos textos I e II, julgue (C ou E) os itens a seguir.
Há comparação entre o trecho “eu pelo menos tinha o ‘não’, tinha o meu oposto”, nas linhas 19 e 20 do texto I, e o verso 14 do texto II: “aposto no oposto de meu sim”; verifica-se que ambos os autores exploram aspectos e contingências de uma dimensão contrária ao ser ou a ele contraditória.