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Q1053140
O termo que qualifica o substantivo na expressão “sorte geral” (4º parágrafo) tem sentido oposto ao termo que qualifica o substantivo em:
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Q1053139
Gatos somem no Rio de Janeiro. Dizia-se que o fenômeno se relacionava com a indústria doméstica das cuícas, localizada nos morros. Agora ouço dizer que se relaciona com a vida cara e a escassez de alimentos. À falta de uma fatia de vitela, há indivíduos que se consolam comendo carne de gato, caça tão esquiva quanto a outra (3º parágrafo).
No trecho acima, o pronome relativo “que” retoma o seguinte termo antecedente:
No trecho acima, o pronome relativo “que” retoma o seguinte termo antecedente:
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Q1053138
O cronista relata uma série de eventos ocorridos no passado. Um evento anterior a esse tempo passado está indicado pela forma verbal sublinhada em:
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Q1053137
Retoma um termo mencionado anteriormente no texto a palavra sublinhada em:
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Q1053136
O verbo em negrito deve sua flexão ao termo sublinhado em:
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Q1053135

Na tirinha, está empregado em sentido figurado o seguinte termo:
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Q1053134
Verifica-se o emprego de vírgula para assinalar a elipse de um verbo APENAS no
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Q1053133
Considere a imagem a seguir.

A imagem provém de um tumblr intitulado “Português para executivos”, que brinca com estrangeirismos de origem na língua inglesa para uso empresarial. A interdisciplinaridade NÃO serve de base para uma aula cujo planejamento se paute exclusivamente em:
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Q1053132
Declarações textuais só devem abrir notícia ou reportagem quando forem realmente de grande importância: O Brasil voltará a honrar seus compromissos. Com esta declaração, o ministro X pôs fim ontem à moratória que o País havia decretado um ano antes.
(Disponível em: www.estadao.com.br/manualredação)
O trecho acima assinala uma das práticas frequentes do jornalismo, que é o uso de frases declarativas em manchetes. Por meio delas, muitas vezes pretende-se uma informação que não indique explicitamente a opinião do jornal, acompanhada de verbos com sentido mais neutro, como “dizer” ou “afirmar”, sem que se confira, portanto, caráter positivo ou negativo às declarações. Apesar disso, o uso de declarações entre aspas, sobretudo em manchetes, tem efeitos implícitos. Um de seus efeitos M...
(Disponível em: www.estadao.com.br/manualredação)
O trecho acima assinala uma das práticas frequentes do jornalismo, que é o uso de frases declarativas em manchetes. Por meio delas, muitas vezes pretende-se uma informação que não indique explicitamente a opinião do jornal, acompanhada de verbos com sentido mais neutro, como “dizer” ou “afirmar”, sem que se confira, portanto, caráter positivo ou negativo às declarações. Apesar disso, o uso de declarações entre aspas, sobretudo em manchetes, tem efeitos implícitos. Um de seus efeitos M...
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Q1053131
Não pretendia voltar a escrever sobre como a língua vai mudando, por não querer ser chamado de velho caturra, mas é difícil segurar e aí não me contenho. Esta semana (ou, segundo a atual usança, “nesta semana”), por exemplo, cheguei à conclusão de que estamos caminhando para a adoção de uma nova regra em relação às orações com o sujeito na terceira pessoa, tanto do singular quanto do plural. Assisti a muitos noticiários de televisão nos últimos dias, ouvi muitas entrevistas com todo tipo de gente e a conclusão dispensa maiores pesquisas. Dentro em breve vai ser errado dizer, por exemplo, “o avião teve uma pane elétrica”. Imagino que, a continuar a tendência, as crianças nascidas hoje não compreenderão uma frase assim, porque jamais a ouvirão. Ouvirão “o avião, ele teve uma pane elétrica”....