Leia o texto abaixo e responda às perguntas que seguem.
Ao referir-se ao processo de nascimento e de formação das ONGs, a autora utiliza a expressão "um saco de gatos" (linha 6). Expressando-se desta maneira, ela optou:
-A questão de número 01 refere-se ao trecho que se segue, retirado de uma entrevista de Antônio Houaiss, estudioso da linguagem, à revista Veja, em 30/8/78. Leia-o atentamente.
Veja - Um homem comum utiliza quantas palavras? Houaiss - Depende. Um homem de cultura rural nasce, vive e morre com aproximadamente 3.000 palavras. Um homem urbano, dependendo do estrato social em que seja inserido, varia entre 3.000 e 5.000. Um escritor como Guimarães Rosa, por exemplo, que parece um monstro, não vai além de 8.000 palavras, segundo uma pesquisa que acompanhei. Gabriele D'Annunzio, um dos mais verbosos escritores de língua italiana, terá chegado a 30.000 no máximo. Coelho Neto suspeita-se que esteja entre 12.000 e 14.000 – o mesmo que Rui Barbosa. C...
"Fui alfabetizado no chão do quintal de minha casa, à sombra das mangueiras, com palavras do meu mundo e não do mundo maior dos meus pais. O chão foi meu quadro-negro, gravetos, o meu giz." (Paulo Freire)
Na passagem acima, a vírgula entre as expressões gravetos e o meu giz indica que:
O ............., com uma ............... que ............... de seus andrajos, foi logo pedindo cinco reais ao .........., que lhe respondeu: "Calma lá, amigo! Não sou sociedade .........." - "Não achei que fosse", respondeu o pedinte: "Achei que fosse uma ........... num mundo tão pouco solidário".
Compare os dois trechos a seguir (retirados de Othon M. Garcia, no livro Comunicação em Prosa Moderna):
I) As chamadas baianas não usavam de vestidos; traziam somente umas poucas saias presas à cintura, e que chegavam pouco abaixo do meio da perna, todas elas ornadas de magníficas rendas; da cintura para cima apenas traziam uma finíssima camisa, cuja gola e manga eram também ornadas de renda; ao pescoço punham um cordão de ouro, um colar de corais, os mais pobres eram de miçangas; ornavam a cabeça com uma espécie de turbante a que davam o nome de trunfas, formado por um grande laço branco muito teso e engomado; calçavam umas chinelas de salto alto e tão pequenas que apenas continham os dedos dos pés, ficando de fora todo o calcanhar...