76571 Q432010
Língua Portuguesa
Ano: 2001
Banca: Núcleo de Computação Eletrônica UFRJ (NCE)
Segundo o texto, o nosso corpo:
76572 Q432008
Língua Portuguesa
Ano: 2001
Banca: Núcleo de Computação Eletrônica UFRJ (NCE)

LONGEVIDADE

                                                                       Walter Benevides

Pouquíssimas são as longevidades justificáveis. Curta ou longa, a vida deveria encerrar-se logo ao cessar a missão de quem viveu: criar um filho, realizar uma obra, fazer uma guerra, perpetrar um crime... Existências exemplares que souberam quando terminar! Desgraçadamente essa ciência a mais ninguém hoje se concede, empenhada que anda a medicina em proporcionar meras e miseráveis sobrevivências.

"Existências exemplares" são aquelas que:

76573 Q432006
Língua Portuguesa
Ano: 2001
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LONGEVIDADE

                                                                       Walter Benevides

Pouquíssimas são as longevidades justificáveis. Curta ou longa, a vida deveria encerrar-se logo ao cessar a missão de quem viveu: criar um filho, realizar uma obra, fazer uma guerra, perpetrar um crime... Existências exemplares que souberam quando terminar! Desgraçadamente essa ciência a mais ninguém hoje se concede, empenhada que anda a medicina em proporcionar meras e miseráveis sobrevivências.

A "ciência" a que se refere o autor do texto é:

76574 Q432004
Língua Portuguesa
Ano: 2001
Banca: Núcleo de Computação Eletrônica UFRJ (NCE)

LONGEVIDADE

                                                                       Walter Benevides

Pouquíssimas são as longevidades justificáveis. Curta ou longa, a vida deveria encerrar-se logo ao cessar a missão de quem viveu: criar um filho, realizar uma obra, fazer uma guerra, perpetrar um crime... Existências exemplares que souberam quando terminar! Desgraçadamente essa ciência a mais ninguém hoje se concede, empenhada que anda a medicina em proporcionar meras e miseráveis sobrevivências.

O autor critica a Medicina porque ela:

76575 Q432002
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A CIÊNCIA

I - A ciência permanecerá sempre a satisfação do desejo mais alto da nossa natureza, a curiosidade; ela fornecerá sempre ao homem o único meio que ele possui para melhorar a própria sorte. (Renan)

II - A ciência, que devia ter por fim o bem da humanidade, infelizmente concorre na obra de destruição e inventa constantemente novos meios de matar o maior número de homens no tempo mais curto. (Tolstói)

III - Faz-se ciência com fatos, como se faz uma casa com pedras; mas uma acumulação de fatos não é uma ciência, assim como um montão de pedras não é uma casa. (Poincaré)

A(s) opinião(ões) que traduz(em) uma visão negativa da ciência é(são):

76576 Q431999
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A CIÊNCIA

I - A ciência permanecerá sempre a satisfação do desejo mais alto da nossa natureza, a curiosidade; ela fornecerá sempre ao homem o único meio que ele possui para melhorar a própria sorte. (Renan)

II - A ciência, que devia ter por fim o bem da humanidade, infelizmente concorre na obra de destruição e inventa constantemente novos meios de matar o maior número de homens no tempo mais curto. (Tolstói)

III - Faz-se ciência com fatos, como se faz uma casa com pedras; mas uma acumulação de fatos não é uma ciência, assim como um montão de pedras não é uma casa. (Poincaré)

Segundo o segmento I, a curiosidade é:
76577 Q431997
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Ano: 2001
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A CIÊNCIA

I - A ciência permanecerá sempre a satisfação do desejo mais alto da nossa natureza, a curiosidade; ela fornecerá sempre ao homem o único meio que ele possui para melhorar a própria sorte. (Renan)

II - A ciência, que devia ter por fim o bem da humanidade, infelizmente concorre na obra de destruição e inventa constantemente novos meios de matar o maior número de homens no tempo mais curto. (Tolstói)

III - Faz-se ciência com fatos, como se faz uma casa com pedras; mas uma acumulação de fatos não é uma ciência, assim como um montão de pedras não é uma casa. (Poincaré)

O "desejo mais alto", citado no segmento I significa o desejo:

76578 Q431995
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A CIÊNCIA

I - A ciência permanecerá sempre a satisfação do desejo mais alto da nossa natureza, a curiosidade; ela fornecerá sempre ao homem o único meio que ele possui para melhorar a própria sorte. (Renan)

II - A ciência, que devia ter por fim o bem da humanidade, infelizmente concorre na obra de destruição e inventa constantemente novos meios de matar o maior número de homens no tempo mais curto. (Tolstói)

III - Faz-se ciência com fatos, como se faz uma casa com pedras; mas uma acumulação de fatos não é uma ciência, assim como um montão de pedras não é uma casa. (Poincaré)

No segmento II, o uso do pretérito imperfeito do indicativo em "...devia ter por f...

76579 Q431993
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Ano: 2001
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A CIÊNCIA

I - A ciência permanecerá sempre a satisfação do desejo mais alto da nossa natureza, a curiosidade; ela fornecerá sempre ao homem o único meio que ele possui para melhorar a própria sorte. (Renan)

II - A ciência, que devia ter por fim o bem da humanidade, infelizmente concorre na obra de destruição e inventa constantemente novos meios de matar o maior número de homens no tempo mais curto. (Tolstói)

III - Faz-se ciência com fatos, como se faz uma casa com pedras; mas uma acumulação de fatos não é uma ciência, assim como um montão de pedras não é uma casa. (Poincaré)

"...bem da humanidade...", "...obra de destruição...", "...novos meios de matar......

76580 Q431991
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A CIÊNCIA

I - A ciência permanecerá sempre a satisfação do desejo mais alto da nossa natureza, a curiosidade; ela fornecerá sempre ao homem o único meio que ele possui para melhorar a própria sorte. (Renan)

II - A ciência, que devia ter por fim o bem da humanidade, infelizmente concorre na obra de destruição e inventa constantemente novos meios de matar o maior número de homens no tempo mais curto. (Tolstói)

III - Faz-se ciência com fatos, como se faz uma casa com pedras; mas uma acumulação de fatos não é uma ciência, assim como um montão de pedras não é uma casa. (Poincaré)

Vocábulos que no segmento II mostram a opinião do autor do texto sobre o conteúdo ...