
Analisando as passagens do texto LP-II sob a ótica dos processos de coordenação e subordinação, julgue os itens subseqüentes.
Na construção parei de comer galinha, deixei de ter relações sexuais, abandonei o hábito de tomar qualquer coisa em lata, deixei de ir aos shoppings, entre as orações, estabelece-se uma relação de coordenação, mas, dentro de cada oração, dá-se a subordinação dos termos.

Em que opção a idéia expressa pela oração não está corretamente indicada?
Com base no texto VI, julgue os seguintes itens.
Mantêm-se a coerência e a coesão textuais ao deslocar-se a expressão "acompanhado de outros especialistas norteamericanos no assunto" (L.18-19) para o início do período ou para imediatamente após "ilícitos" (L.21).
"Mesmo assim, tal atividade deve ser reconhecidamente leve, excluindo-se, por exemplo, o trabalho exercido nas indústrias, nas oficinas e na agricultura"; o comentário INCORRETO a respeito desse segmento do texto é:
Com base no texto proposto abaixo, resolva as questões de 05 a 11.

"... se você fosse escolher uma profissão, qual seria?" (linha 03). Indique o valor do futuro do pretérito na frase acima destacada.
Com base no texto proposto abaixo, resolva as questões de 05 a 11.

No trecho: "... se ela consegue se colocar bem em uma determinada profissão." (linhas 02)
As palavras em negrito apresentam, respectivamente, as funções morfológicas de:
Acerca do texto acima, julgue os itens a seguir.
A última oração do primeiro parágrafo é sintaticamente dependente das orações que a precedem e constitui, semanticamente, uma finalidade para elas.
Julgue os seguintes itens quanto à sua correção gramatical e quanto à adequação às idéias gerais do texto II.
Se não foi alterado, é íntegro; se foi possível identificar sua autoria, é autêntico.
Os itens subseqüentes apresentam reescrituras de passagens indicadas do texto LP-II. Julgue-os quanto à correção gramatical e à preservação do sentido original.
"'O crime é (...) no Rio de Janeiro." (L.5-7) — Diz o sociólogo Ignacio Cano, do Instituto de Estudos da Religião, no Rio de Janeiro, que o crime é um fenômeno de juventude.