Texto para os itens de 6 a 18
Acerca do fragmento acima, julgue os itens que se seguem.
A leitura do fragmento permite concluir que Palestina e Israel estão localizados no seco Oriente Médio.
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Acerca do fragmento acima, julgue os itens que se seguem.
A leitura do fragmento permite concluir que Palestina e Israel estão localizados no seco Oriente Médio.
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Acerca do fragmento acima, julgue os itens que se seguem.
O autor do texto afirma de modo enfático que Israel é mais poderoso que a Palestina.
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Acerca do fragmento acima, julgue os itens que se seguem.
A região de Israel e Palestina está enfrentando problemas pricipalmente porque Israel está retirando água rápido demais dos poços artesianos, sem pedir autorização para a Palestina.
Texto para os itens de 6 a 18
Acerca do fragmento acima, julgue os itens que se seguem.
Israel e Palestina não estão fazendo uso racional de seus recursos hídricos, o que está impedindo que eles se renovem.
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Acerca do fragmento acima, julgue os itens que se seguem.
Por fazer uma discussão sobre questões contemporâneas, trata-se de um texto dissertativo.

Considerando a norma culta padrão, julgue os próximos itens, relativos ao texto Guerra da sede.
A última oração do texto poderia, sem se incorrer em erro gramatical, ser assim reescrita: desde que a humanidade não o esvazie muito rapidamente.
Com relação ao texto acima, julgue os itens subseqüentes.
O texto está estruturado em três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão.
Com relação ao texto acima, julgue os itens subseqüentes.
A "Declaração" transcrita acima é um alerta às gerações contemporâneas para o valor moral, econômico e ambiental da água.
"A persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado."
São reformulações aceitáveis para essa advertência, que geralmente acompanha anúncios de medicamentos, EXCETO:

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens que se seguem, também considerando aspectos do cenário políticoeconômico latino-americano.
O texto comete, no mínimo, uma impropriedade: sendo verdade, como nele está escrito, que o Brasil importa 24 milhões de metros cúbicos de gás boliviano, e a Argentina, 16 milhões, a situação do país platino é mais confortável do que a do Brasil, o que torna inaceitável a afirmação de que seja maior a dependência daquele país ao gás fornecido pela Bolívia.