6661 Q949566
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2023
Banca: BRB
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.
Texto I Vale por dois Fernando Sabino
       Pela manhã, ao sair de casa, olha antes à janela:         - Estará fazendo frio ou calor?         Veste um terno de casimira, torna a tirar, põe um de tropical. Já pronto para sair, conclui que está frio, devia ter ficado com o de casimira. Enfim... Consulta aflitivamente o céu nublado: será que vai chover?          Volta para pegar o guarda-chuva — um homem prevenido vale por dois: pode ser que chova. Já no elevador, resolve mudar de ideia: mas também pode ser que não chova. Carregar esse trambolho! Torna a subir, larga em casa o guarda-chuva.          Já na esquina, coça a cabeça, irresoluto: de ônibus ou de táxi? Se passar um lotação jeitoso eu tomo. Eis que apar...
6662 Q949565
Língua Portuguesa Concordância verbal, Concordância nominal Sintaxe
Ano: 2023
Banca: BRB
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.
Texto I Vale por dois Fernando Sabino
       Pela manhã, ao sair de casa, olha antes à janela:         - Estará fazendo frio ou calor?         Veste um terno de casimira, torna a tirar, põe um de tropical. Já pronto para sair, conclui que está frio, devia ter ficado com o de casimira. Enfim... Consulta aflitivamente o céu nublado: será que vai chover?          Volta para pegar o guarda-chuva — um homem prevenido vale por dois: pode ser que chova. Já no elevador, resolve mudar de ideia: mas também pode ser que não chova. Carregar esse trambolho! Torna a subir, larga em casa o guarda-chuva.          Já na esquina, coça a cabeça, irresoluto: de ônibus ou de táxi? Se passar um lotação jeitoso eu tomo. Eis que apar...
6663 Q949564
Língua Portuguesa Análise sintática Sintaxe
Ano: 2023
Banca: BRB
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.
Texto I Vale por dois Fernando Sabino
       Pela manhã, ao sair de casa, olha antes à janela:         - Estará fazendo frio ou calor?         Veste um terno de casimira, torna a tirar, põe um de tropical. Já pronto para sair, conclui que está frio, devia ter ficado com o de casimira. Enfim... Consulta aflitivamente o céu nublado: será que vai chover?          Volta para pegar o guarda-chuva — um homem prevenido vale por dois: pode ser que chova. Já no elevador, resolve mudar de ideia: mas também pode ser que não chova. Carregar esse trambolho! Torna a subir, larga em casa o guarda-chuva.          Já na esquina, coça a cabeça, irresoluto: de ônibus ou de táxi? Se passar um lotação jeitoso eu tomo. Eis que apar...
6664 Q949563
Língua Portuguesa Sintaxe Orações coordenadas sindéticas: Aditivas, Adversativas, Alternativas, Conclusivas...
Ano: 2023
Banca: BRB
Leia: “Volta para pegar o guarda-chuva — um homem prevenido vale por dois...” (l. 6-7)
Segundo a análise dos elementos de coesão, pode-se afirmar que uniria, correta e semanticamente, a parte em destaque em relação à anterior a inclusão da seguinte conjunção:
6665 Q949562
Língua Portuguesa Pontuação Uso da Vírgula
Ano: 2023
Banca: BRB
Marque a alternativa cujo emprego da pontuação esteja incorreto.
6666 Q949561
Língua Portuguesa Crase
Ano: 2023
Banca: BRB
Leia:
“O cenário esportivo atual é favorável ..... um patamar de profissionalismo muito mais inclinado ..... performance de alto nível. Os atletas têm tido compromissos comerciais e profissionais muito maiores, ..... medida que elevam suas marcas pessoais e se mostram mais voltados ..... prática de suas atividades em alto grau de exigência de mercado.”
Pode-se dizer, quanto ao uso adequado ou não do acento grave, que completam os espaços do texto acima respectivamente os seguintes vocábulos:
6667 Q949560
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2023
Banca: CESPE / CEBRASPE

Com base nas ideias veiculadas no texto CG1A1-I, julgue o item a seguir.


O texto mostra evasivas utilizadas por europeus para legitimar a apropriação colonial de terras indígenas. 

6668 Q949559
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2023
Banca: CESPE / CEBRASPE

Texto CG1A1-I

    A apropriação colonial das terras indígenas muitas vezes se iniciava com alguma alegação genérica de que os povos forrageadores viviam em um estado de natureza — o que significava que eram considerados parte da terra, mas sem nenhum direito a sua propriedade. A base para o desalojamento, por sua vez, tinha como premissa a ideia de que os habitantes daquelas terras não trabalhavam. Esse argumento remonta ao Segundo tratado sobre o governo (1690), de John Locke, em que o autor defendia que os direitos de propriedade decorrem necessariamente do trabalho. Ao trabalhar a terra, o indivíduo “mistura seu trabalho” a ela; nesse sentido, a terra se torna, de certo modo, uma extens...

6669 Q949558
Língua Portuguesa Adjetivos Morfologia
Ano: 2023
Banca: CESPE / CEBRASPE

Texto CG1A1-I

    A apropriação colonial das terras indígenas muitas vezes se iniciava com alguma alegação genérica de que os povos forrageadores viviam em um estado de natureza — o que significava que eram considerados parte da terra, mas sem nenhum direito a sua propriedade. A base para o desalojamento, por sua vez, tinha como premissa a ideia de que os habitantes daquelas terras não trabalhavam. Esse argumento remonta ao Segundo tratado sobre o governo (1690), de John Locke, em que o autor defendia que os direitos de propriedade decorrem necessariamente do trabalho. Ao trabalhar a terra, o indivíduo “mistura seu trabalho” a ela; nesse sentido, a terra se torna, de certo modo, uma extens...

6670 Q949557
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2023
Banca: CESPE / CEBRASPE

Texto CG1A1-I

    A apropriação colonial das terras indígenas muitas vezes se iniciava com alguma alegação genérica de que os povos forrageadores viviam em um estado de natureza — o que significava que eram considerados parte da terra, mas sem nenhum direito a sua propriedade. A base para o desalojamento, por sua vez, tinha como premissa a ideia de que os habitantes daquelas terras não trabalhavam. Esse argumento remonta ao Segundo tratado sobre o governo (1690), de John Locke, em que o autor defendia que os direitos de propriedade decorrem necessariamente do trabalho. Ao trabalhar a terra, o indivíduo “mistura seu trabalho” a ela; nesse sentido, a terra se torna, de certo modo, uma extens...