
O quarto parágrafo traz, implícita, a idéia de que um ser humano estigmatizado pode apresentar feridas internas, espirituais.

O quarto parágrafo traz, implícita, a idéia de que um ser humano estigmatizado pode apresentar feridas internas, espirituais.

Em “O que passa a valer é unicamente o esforço de autoconservação.” (l. 7-8), o termo “O” (l. 7) é modificador do nome.

No trecho “impede o sujeito de buscar responsáveis e vive-se em um estado de medo” (l. 13-14) o “e” opera uma relação de oposição entre duas afirmações.

O poema focaliza um tempo histórico em que as pessoas são movidas pela emoção e pela solidariedade.

O sujeito poético faz um inventário de uma realidade adversa, mas acredita que o homem, assim mesmo, deve resistir.

O poema é articulado como um direcionamento a um interlocutor hipotético.

Os versos “E os olhos não choram.” (v. 5), “E o coração está seco.” (v. 7) e “Teus ombros suportam o mundo” (v. 14) simbolizam o estado de espírito do “tu” evocado pelo poeta.

O fragmento “e, muitas vezes, no tráfico de drogas” (l. 21-22), no contexto em que se encontra, pode ser considerado como uma suposição.

A frase “Os jovens pertencentes às classes subalternas vivem em dupla situação de risco” (l. 34-35), expressa uma comparação implícita entre a realidade vivida pelos jovens das classes subalternas e os das camadas sociais privilegiadas.

A assertiva “nem todo jovem que mora na periferia está envolvido no tráfico.” (l. 18-19) contém uma idéia de restrição.