Ao dirigir-se ao vigário, no 23º parágrafo, Libório, na informalidade de sua linguagem, não observou o princípio da uniformidade de tratamento: "Dê cá o meu conto de réis, seu vigário, tenha paciência. Faça como o seu amigo, que deve e confessa diante do povo, não esfola os pobres." Dando-se ao trecho o tratamento "tu", de maior formalidade, a forma correta, de acordo com as normas em vigor, é:
A impessoalidade que deve caracterizar a redação oficial é percebida, entre outros aspectos, no tratamento que é dado ao destinatário, o qual deve ser sempre concebido como homogêneo e impessoal, seja ele um cidadão ou um órgão público.
Na comunicação oficial, o emprego da língua em sua modalidade formal decorre da necessidade de se informar algo o mais claramente possível, de maneira concisa e não pessoal, sendo imprescindível, seja qual for o destinatário, o emprego dos termos técnicos próprios da área de que se trata.
O fecho das comunicações é obrigatório em qualquer tipo de documento oficial e restringe-se a apenas dois: Respeitosamente e Atenciosamente, a depender da relação hierárquica existente entre o remetente e o destinatário.

Considerando o texto acima, que apresenta uma comunicação particular, julgue os itens de 13 a 18.
As expressões “Meu caro Paz” (l.2) e “o velho amigo” (l.10) correspondem, respectivamente, ao vocativo e à epígrafe da comunicação particular em questão.
Acerca da redação de correspondências oficiais, julgue o item abaixo.
Como vocativo das comunicações oficiais destinadas a senadores, juízes, ministros e governadores, recomenda-se evitar o título acadêmico de Doutor e usar o pronome de tratamento Senhor.

Para que o trecho da resolução fictícia acima respeite as normas de
redação de documentos oficiais, é necessário
Deve-se ter muito cuidado no endereçamento de uma correspondência, no que se refere a seu destinatário. Desta forma, é correto afirmar que a maneira correta de tratamento ao Governador do Estado é:
No que diz respeito a ofícios podemos afirmar que: