4311 Q1097110
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2025
Banca: Diretoria de Ensino da Região de Jaboticabal - SP

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Você sabia que a Floresta Amazônica não é responsável por grande parte do oxigênio que respiramos?


É bem provável que você tenha ouvido por aí: “A Amazônia é o pulmão do mundo.” Bobagem! Embora as florestas tenham, sim, grande importância na produção do oxigênio, como é o caso da Floresta Amazônica, o grande pulmão do mundo, para usar a mesma expressão, está nas águas – ou melhor, nos seres que habitam rios e mares.


Um bom exemplo são os locais de encontro entre rios e mares, os chamados estuários, ambientes muito ricos em vida. Ali encontram-se as macrófitas aquáticas, plantas que se parecem com o capi...

4312 Q1097109
Língua Portuguesa Sintaxe Regência
Ano: 2025
Banca: Diretoria de Ensino da Região de Jaboticabal - SP
A alternativa correta que apresenta a regência verbal é:
4313 Q1097108
Língua Portuguesa Crase
Ano: 2025
Banca: Diretoria de Ensino da Região de Jaboticabal - SP
A alternativa que contém o uso CORRETO da crase é:
4314 Q1097107
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Denotação e Conotação
Ano: 2025
Banca: Diretoria de Ensino da Região de Jaboticabal - SP
A alternativa em que há uma colocação no sentido figurado é
4315 Q1097064
Língua Portuguesa Interpretação de Textos
Ano: 2025
Banca: ADM&TEC
“AS PESSOAS AINDA NÃO FORAM TERMINADAS...” (Rubens Alves)
As diferenças entre um sábio e um cientista? São muitas e não posso dizer todas. Só algumas.
O sábio conhece com a boca, o cientista, com a cabeça. Aquilo que o sábio conhece tem sabor, é comida, conhecimento corporal. O corpo gosta. A palavra “sapio”, em latim, quer dizer “eu degusto”...O sábio é um cozinheiro que faz pratos saborosos com o que a vida oferece. O saber do sábio dá alegria, razões para viver. Já o que o cientista oferece não tem gosto, não mexe com o corpo, não dá razões para viver. O cientista retruca: “Não tem gosto, mas tem poder”... É verdade. O sábio ensina coisas do amor. O cientista, do poder. Para o cientista, o silêncio é o espaço da ignorância. Nele não mora saber algum; é um vazio que nada diz. ...
4316 Q1097039
Língua Portuguesa Interpretação de Textos
Ano: 2025
Banca: ADM&TEC

O sentido da vida (Luiz Fernando Emediato)


O sentido da vida é nascer, crescer, envelhecer e morrer, deixando sob a terra este antigo corpo constituído da solitária e silenciosa matéria de que foram feitas as estrelas e seus filhos, e os filhos de seus filhos.


Sim, é este o sentido da vida, ou não.


O sentido da vida é descobrir alegre ou amargamente a consciência das coisas, da alegria e da dor, da tristeza e do tédio, e então alegrar-se ou entristecer-se.


...
4317 Q1097036
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2025
Banca: ADM&TEC
“AS PESSOAS AINDA NÃO FORAM TERMINADAS...” (Rubens Alves)

   As diferenças entre um sábio e um cientista? São muitas e não posso dizer todas. Só algumas.
   O sábio conhece com a boca, o cientista, com a cabeça. Aquilo que o sábio conhece tem sabor, é comida, conhecimento corporal. O corpo gosta. A palavra “sapio”, em latim, quer dizer “eu degusto”... O sábio é um cozinheiro que faz pratos saborosos com o que a vida oferece. O saber do sábio dá alegria, razões para viver. Já o que o cientista oferece não tem gosto, não mexe com o corpo, não dá razões para viver. O cientista retruca: “Não tem gosto, mas tem poder”... É verdade. O sábio ensina coisas do amor. O cientista, do poder.
   Para o cientista, o silêncio é o espaço da ignorância. Nele nã...
4318 Q1097035
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2025
Banca: ADM&TEC
“AS PESSOAS AINDA NÃO FORAM TERMINADAS...” (Rubens Alves)

   As diferenças entre um sábio e um cientista? São muitas e não posso dizer todas. Só algumas.
   O sábio conhece com a boca, o cientista, com a cabeça. Aquilo que o sábio conhece tem sabor, é comida, conhecimento corporal. O corpo gosta. A palavra “sapio”, em latim, quer dizer “eu degusto”... O sábio é um cozinheiro que faz pratos saborosos com o que a vida oferece. O saber do sábio dá alegria, razões para viver. Já o que o cientista oferece não tem gosto, não mexe com o corpo, não dá razões para viver. O cientista retruca: “Não tem gosto, mas tem poder”... É verdade. O sábio ensina coisas do amor. O cientista, do poder.
   Para o cientista, o silêncio é o espaço da ignorância. Nele nã...
4319 Q1097034
Língua Portuguesa Sintaxe Vocativo e Termos Acessórios da Oração: Adjunto Adnominal, Diferença entre Adjunto Adnominal e Complemento Nominal, Adjunto Adverbial e Aposto
Ano: 2025
Banca: ADM&TEC
“AS PESSOAS AINDA NÃO FORAM TERMINADAS...” (Rubens Alves)

   As diferenças entre um sábio e um cientista? São muitas e não posso dizer todas. Só algumas.
   O sábio conhece com a boca, o cientista, com a cabeça. Aquilo que o sábio conhece tem sabor, é comida, conhecimento corporal. O corpo gosta. A palavra “sapio”, em latim, quer dizer “eu degusto”... O sábio é um cozinheiro que faz pratos saborosos com o que a vida oferece. O saber do sábio dá alegria, razões para viver. Já o que o cientista oferece não tem gosto, não mexe com o corpo, não dá razões para viver. O cientista retruca: “Não tem gosto, mas tem poder”... É verdade. O sábio ensina coisas do amor. O cientista, do poder.
   Para o cientista, o silêncio é o espaço da ignorância. Nele nã...
4320 Q1097033
Língua Portuguesa Sintaxe Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
Ano: 2025
Banca: ADM&TEC
“AS PESSOAS AINDA NÃO FORAM TERMINADAS...” (Rubens Alves)

   As diferenças entre um sábio e um cientista? São muitas e não posso dizer todas. Só algumas.
   O sábio conhece com a boca, o cientista, com a cabeça. Aquilo que o sábio conhece tem sabor, é comida, conhecimento corporal. O corpo gosta. A palavra “sapio”, em latim, quer dizer “eu degusto”... O sábio é um cozinheiro que faz pratos saborosos com o que a vida oferece. O saber do sábio dá alegria, razões para viver. Já o que o cientista oferece não tem gosto, não mexe com o corpo, não dá razões para viver. O cientista retruca: “Não tem gosto, mas tem poder”... É verdade. O sábio ensina coisas do amor. O cientista, do poder.
   Para o cientista, o silêncio é o espaço da ignorância. Nele nã...