“Podemos defini-la como quisermos. Eu, por comodidade, a chamo de ‘pós-industrial` ”; a “comodidade” citada pelo autor deriva do fato de que a designação:
“Podemos defini-la como quisermos. Eu, por comodidade, a chamo de ‘pós-industrial` ”; a “comodidade” citada pelo autor deriva do fato de que a designação:
“...a extraordinária série de próteses com as quais aumentamos o poder da nossa cabeça”. A designação de “próteses” se refere:
Entre os meios gráficos empregados no texto, há a utilização de uma fonte diferente em dolce far niente; tal emprego se deve ao fato de essa expressão:
“Eu me limito a sustentar, com base em dados estatísticos, que nós, que partimos de uma sociedade onde uma grande parte da vida das pessoas adultas era dedicada ao trabalho, estamos caminhando em direção a uma sociedade na qual grande parte do tempo será, e em parte já é, dedicado a outra coisa”.
O problema de construção que pode ser constatado nesse segmento inicial do texto é:
No início do segundo parágrafo, o texto emprega a expressão “além disso”; esse emprego indica:
Observe as seguintes ocorrências do vocábulo “mais” nos segmentos abaixo:
I. “...em direção a uma sociedade fundada não mais no trabalho, mas no tempo vago”.
II. “...entre as atividades que realizamos com o cérebro, as mais apreciadas...”.
III. “...e sempre mais coisas com o cérebro”.
Podemos afirmar corretamente sobre essas ocorrências que:
“Além disso, sempre com base nas estatísticas, constato que, tanto no tempo em que se trabalha quanto no tempo vago, nós, seres humanos, fazemos hoje sempre menos coisas com as mãos e sempre mais coisas com o cérebro”.
Nesse segmento do texto, os vocábulos sublinhados possuem o valor de:
Ao dizer que o homem reduzirá a dimensão do seu corpo e aumentará a do cérebro, o autor do texto obedece ao seguinte princípio:
Segundo o terceiro parágrafo do texto, as atividades criativas são as que:
O segmento do texto que indica seu caráter de entrevista é: