3941 Q1099760
Língua Portuguesa Pontuação Ortografia Uso da Vírgula + 1
Ano: 2025
Banca: FADENOR

Texto 03



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3942 Q1099716
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2025
Banca: AMEOSC
 É no recreio que acontecem as maiores interações possíveis, através de inúmeras estratégias, as crianças interagem umas com as outras de formas variadas. Nesse período, o contexto permite que a criança se expresse:
3943 Q1099566
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.
Ano: 2025
Banca: IV - UFG

Leia a tirinha a seguir.


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3944 Q1099565
Língua Portuguesa Sintaxe Concordância verbal, Concordância nominal
Ano: 2025
Banca: IV - UFG

Leia o texto a seguir.


Eu quero que risque meu nome da sua agenda

Esqueça o meu telefone não me ligue mais

Porque já estou cansado de ser o remédio

Pra curar o seu tédio

Quando seus amores não lhe satisfaz


Cansei de ser o seu palhaço

Fazer o que sempre quis

Cansei de curar sua fossa

Quando você não se sentia feliz


Por isso é que decidi

O meu telefone cortar

Você vai discar várias vezes

Telefone mudo não pode chamar

Disponível em: <https://www.letras.mus.br/trio-parada-dura/49164/>. Acesso em: 06 fev. 2025.


Segundo a norma-padrão da língua portuguesa, a frase “Quando seus amores não lhe satisfaz” apresenta um desvio de 

3945 Q1099564
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto Variação Linguística
Ano: 2025
Banca: IV - UFG

Leia o texto a seguir.


Não há dúvida que as línguas se aumentam e alteram com o tempo e as necessidades dos usos e costumes. Querer que a nossa pare no século de quinhentos é um erro igual ao de afirmar que a sua transplantação para a América não lhe inseriu riquezas novas. A este respeito a influência do povo é decisiva. Há, portanto, certos modos de dizer, locuções novas, que de força entram no domínio do estilo e ganham direito de cidade.

MACHADO DE ASSIS. Apud Luft, Celso Pedro. Vestibular do português. 1996.


A partir do texto, o autor argumenta que 

3946 Q1099563
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto Figuras de Linguagem
Ano: 2025
Banca: IV - UFG

Leia a charge a seguir.

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3947 Q1099562
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2025
Banca: IV - UFG

Leia o texto a seguir.


Pouco a pouco uma vida nova, ainda confusa, se foi esboçando. Acomodar-se-iam num sítio pequeno, o que parecia difícil a Fabiano, criado solto no mato. Cultivariam um pedaço de terra. Mudar-se-iam depois para uma cidade, e os meninos frequentariam escolas, seriam diferentes deles. Sinha Vitória esquentava-se. Fabiano ria, tinha desejo de esfregar as mãos agarradas à boca do saco e à coronha da espingarda de pederneira.


Não sentia a espingarda, o saco, as pedras miúdas que lhe entravam nas alpercatas, o cheiro de carniças que empestavam o caminho. As palavras de Sinha Vitória encantavam-no. Iriam para diante, alcançariam uma terra desco...

3948 Q1099561
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
Ano: 2025
Banca: IV - UFG

Leia o texto a seguir.


No meio do caminho


No meio do caminho tinha uma pedra

tinha uma pedra no meio do caminho

tinha uma pedra

no meio do caminho tinha uma pedra.


Nunca me esquecerei desse acontecimento

na vida de minhas retinas tão fatigadas.

Nunca me esquecerei que no meio do caminho

tinha uma pedra

tinha uma pedra no meio do caminho

no meio do caminho tinha uma pedra.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia Poética. Rio de Janeiro: José Olympio, 1978.


A repetição do verbo “tinha”

3949 Q1099560
Língua Portuguesa Morfologia - Verbos Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
Ano: 2025
Banca: IV - UFG

Leia o texto a seguir.


Dorme, ruazinha… É tudo escuro…

E os meus passos, quem é que pode ouvi-los?

Dorme o teu sono sossegado e puro,

Com teus lampiões, com teus jardins tranquilos…


Dorme… Não há ladrões, eu te asseguro…

Nem guardas para acaso persegui-los…

Na noite alta, como sobre um muro,

As estrelinhas cantam como grilos…


O vento está dormindo na calçada,

O vento enovelou-se como um cão…

Dorme, ruazinha… Não há nada…


Só os meus passos…

Mas tão leves são

Que até parecem, pela madrugada,

Os da minha futura assombração…

QUINTANA, Mário. A Rua dos Cataventos. Porto Alegre: Globo, 1981.


De acordo com a gramática normativa, o v...

3950 Q1099558
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.
Ano: 2025
Banca: IV - UFG

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Escondeu a sua mal-educada e natural intuição pelo que é grande, ou belo, ou arrojado, e fingiu ligar interesse ao que ele fazia, ao que ele dizia, ao que ele ganhava, ao que ele pensava e ao que ele conseguia com paciência na sua vida estreita de negociante rotineiro; mas, de repente, zás! faltou-lhe o equilíbrio e a mísera escorregou, caindo nos braços de um boêmio de talento, libertino e poeta, jogador e capoeira. O marido não deu logo pela coisa, mas começou a estranhar a mulher, a desconfiar dela e a espreitá-la, até que um belo dia, seguindo-a na rua sem ser visto, o desgraçado teve a dura certeza de que era traído pela esposa, não mais com o poeta libertino, mas com um artista dramático que muitas vezes ...