36381 Q464715
Língua Portuguesa
Ano: 2014
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
A passagem do texto que se mantém correta após o acréscimo da vírgula é:
36382 Q464713
Língua Portuguesa
Ano: 2014
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
... enquanto pressupomos que nós descobrimos os índios... (3º parágrafo)

A passagem destacada acima está corretamente reescrita na voz passiva, preservando-se a correlação entre as formas verbais, em:
36383 Q464711
Língua Portuguesa
Ano: 2014
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Acentuam-se devido à mesma regra os seguintes vocábulos do texto:
36384 Q464709
Língua Portuguesa
Ano: 2014
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Está redigida em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa a frase:
36385 Q464707
Língua Portuguesa
Ano: 2014
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Todos os termos estão empregados e grafados corretamente em:
36386 Q464705
Língua Portuguesa
Ano: 2014
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Ao afirmar que o Amapá é um Estado ainda desgarrado do noticiário, a autora sugere que
36387 Q464703
Língua Portuguesa
Ano: 2014
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Muitas desconhecem as letras do alfabeto, mas leem a mata, a água e o céu.

Sem efetuar qualquer outra alteração na frase, o termo mas será corretamente substituído, tendo-se o sentido e a estrutura frasal preservados, de acordo com a normapadrão da língua portuguesa, por
36388 Q464701
Língua Portuguesa
Ano: 2014
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Quando afirma que, para as parteiras da floresta, é mais fácil compreender que um boto irrompa do igarapé para fecundar moça donzela do que aceitar que uma mulher marque dia e hora para arrancar o filho à força, a autora destaca a maneira como as parteiras
36389 Q464699
Língua Portuguesa
Ano: 2014
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Conclui-se que a sabedoria das parteiras do Amapá é pouco valorizada no Brasil, porque
36390 Q464697
Língua Portuguesa
Ano: 2014
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Duas passagens relacionadas a ideias opostas no texto estão em: