35551 Q467271
Língua Portuguesa
Ano: 2014
Banca: Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC)
No fragmento “Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, (...)“ (6º §), o termo em destaque poderia ser substituído, mantendo a equivalência de sentido, por todas as palavras abaixo, com EXCEÇÃO de:
35552 Q467269
Língua Portuguesa
Ano: 2014
Banca: Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC)
Assinale a alternativa que melhor explica a função do travessão no fragmento transcrito a seguir:

“Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa - não é um homem.” (5º §)
35553 Q467267
Língua Portuguesa
Ano: 2014
Banca: Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC)
Em “Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens.” (7º§), pode-se reconhecer a seguinte figura de linguagem:
35554 Q467265
Língua Portuguesa
Ano: 2014
Banca: Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC)
No primeiro parágrafo da crônica, há uma espécie de resumo do fato narrado, que depois, ao longo dos demais, será ampliado, com a revelação de circunstâncias mais específicas sobre a morte do homem. Sendo assim, em linhas gerais, podemos inferir que, entre o primeiro parágrafo do texto e os demais, há uma relação que poderia ser sintetizada como:
35555 Q467263
Língua Portuguesa
Ano: 2014
Banca: Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC)
Sobre o fragmento a seguir, considerando as afirmativas abaixo, assinale a alternativa correta:

“O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome” (3º §)

I. Os comentários entre parênteses simbolizam o pensamento do comissário, que também ficou consternado com a morte do homem.

II. Nas duas ocorrências, o “que” não serve, exatamente, aos mesmos propósitos sintáticos.

III. A vírgula poderia ser suprimida, não havendo infração a nenhuma regra nem qualquer alteração de sentido.

IV. Essa passagem ilustra um caso de discurso direto, caracterizado pela...
35556 Q467261
Língua Portuguesa
Ano: 2014
Banca: Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC)
Sobre a progressão temática do poema de Manuel Bandeira, NÃO se pode afirmar que:
35557 Q467259
Língua Portuguesa
Ano: 2014
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Releia a terceira estrofe do poema de Bandeira:

“O bicho não era um cão,

Não era um gato,

Não era um rato.”

O correto comentário sobre a classificação do sujeito das formas verbais em destaque está expresso em:
35558 Q467257
Língua Portuguesa
Ano: 2014
Banca: Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC)
Confrontando o primeiro verso do poema e seu título, nota-se que houve uma mudança do artigo que acompanha a palavra “bicho”. Isso se explica porque:
35559 Q467255
Língua Portuguesa
Ano: 2014
Banca: Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC)
Tanto na crônica (Texto I) quanto no poema (Texto II) os enunciadores não se limitam a apresentar o fato; eles também buscam causar comoção em seus leitores. A função de linguagem que melhor retrata esse objetivo e os trechos que podem representar esse aspecto são, respectivamente:
35560 Q467253
Língua Portuguesa
Ano: 2014
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A respeito do emprego do pretérito imperfeito, na segunda estrofe do texto II, pode afirmar o seguinte: