

O segmento do texto 3 que retoma o tema dos dois textos anteriores (textos 1 e 2) é:


O segmento do texto 3 que retoma o tema dos dois textos anteriores (textos 1 e 2) é:
O título dado ao texto 3 tem a forma de uma pergunta – Quanto falta para o desastre? – que:
Para que os argumentos utilizados no texto 2 contra o desperdício de água no ambiente doméstico sejam eficientes, o autor do texto apela principalmente para:
“De acordo com as Nações Unidas, crianças nascidas no mundo desenvolvido consomem de 30 a 50 vezes mais água que as dos países pobres. Mas as camadas mais ricas da população brasileira têm índices de desperdício semelhantes, associados a hábitos como longos banhos ou lavagem de quintais, calçadas e carros com mangueiras.”
No início do segundo período do texto 2 ocorre a presença da conjunção mas; trata-se de uma conjunção adversativa, e o ponto que serve de elemento de oposição é:
O título dado ao texto 2 – Lar do desperdício – se justifica pelo fato de:
Ainda que só tenhamos o primeiro parágrafo do texto 1, pelo que nele vai escrito e por sua veiculação em jornal de prestígio, podemos inferir que sua finalidade maior é:
O texto mostra que a derrubada do governo hutu
Na passagem – Chuvas antigas, nesta cidade nossa, de eternas enchentes… – (5.º parágrafo), o termo eternas, no contexto em que está empregado, significa
A expressão “um céu de pedra”, no penúltimo parágrafo do texto, está empregada em sentido
Na passagem do 4.º parágrafo – Chuvas de viagens: tempestade na Mantiqueira… –, o termo em destaque significa